Blog – Daniela Alves

Base de Dados sobre o Tráfico da Vida Humana

Arquivo da categoria ‘Tráfico de Mulheres’

Desarticulada na Espanha esquema de prostituição de mulheres brasileiras

Publicado por Daniela Alves em abril 1, 2012

A Polícia espanhola desarticulou uma organização criminosa dedicada a exploração de mulheres formada por espanhóis e brasileiros.

As investigações começaram em dezembro quando os policiais tiveram acesso à informação de que brasileiras estavam se prostituindo na Espanha.

Os agentes descobriram que a organização tinha pessoas no Brasil encarregadas de localizar possíveis vítimas e acompanhá-las até serem colocadas no avião.

Após serem escolhidas no Brasil, as mulheres eram levadas para a Espanha, momento em que contraíam uma dívida com a organização de entre 2 mil e 3 mil euros pelos gastos com a viagem.

Uma vez na Espanha, as jovens eram exploradas sexualmente em um clube da cidade mediterrânea de Valência e tinham de pagar metade do que ganhavam ao grupo.

Na operação foram presas quatro pessoas (duas brasileiras e dois espanhóis) pelos supostos delitos de exploração sexual, formação de quadrilha e crime contra os direitos dos cidadãos estrangeiros.

Dois dos detidos, com antecedentes criminais, continuam presos os outros dois foram liberados depois de prestarem depoimento.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1070017-desarticulada-na-espanha-esquema-de-prostituicao-de-mulheres-brasileiras.shtml

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La Policía Nacional desarticula una red de explotación sexual que controlaba los prostíbulos a través de cámaras conectadas a Internet

Publicado por Daniela Alves em fevereiro 14, 2011

Los jefes de la organización disponían de pizarras colgadas de la pared donde, a modo de planning, aparecían los nombres de las jóvenes y el lugar en el que se hallaban en cada momento

Contaban con cuatro pisos en la capital madrileña donde las mujeres ejercían la prostitución y su base de operaciones –desde donde se controlaban las cámaras- se encontraba en el barrio de Arganzuela

Responsables de la Brigada Provincial de Extranjería  y Documentación ofrecerán declaraciones sobre el desarrollo de esta operación a las 11.30 h. en la Jefatura Superior de Policía de Madrid, en la avenida Doctor Federico Rubio y Galí 55

13-enero-11.- Agentes de Policía Nacional han desarticulado una organización dedicada a explotar sexualmente a jóvenes extranjeras en cuatro pisos de Madrid capital. La red disponía de un centro de operaciones desde donde los responsables vigilaban a través de las cámaras conectadas a Internet lo que sucedía dentro de los prostíbulos. Han sido detenidas 11 personas por delitos relativos a la prostitución, contra la salud pública, trata de seres humanos y asociación ilícita.

La investigación se inició a raíz de la denuncia interpuesta en el Juzgado de Guardia de Madrid por parte de una ex trabajadora de la red en la que relataba que determinadas personas obligaban a ejercer la prostitución a mujeres jóvenes en distintos pisos de la capital.

Centro de operaciones en Arganzuela

A partir de este momento, los investigadores iniciaron las pesquisas para comprobar las afirmaciones realizadas por la mujer y pronto constataron que, efectivamente, la organización disponía de una vivienda en el distrito de Arganzuela que servía de base desde donde los dos principales cabecillas de la red dirigían el resto de la organización. Leia o resto deste post »

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Quadrilha brasileira controlava prostitutas com câmeras em Madri

Publicado por Daniela Alves em fevereiro 14, 2011

Polícia diz que esquema seria inédito na Espanha; brasileiras devem ser deportadas

A polícia espanhola desmantelou na capital do país uma quadrilha brasileira de prostituição que controlava o trabalho das mulheres com câmeras de vídeo durante 24 horas.

Divulgação/BBC Brasil
Divulgação/BBC Brasil
Polícia apreendeu documentos, computadores e celulares

Segundo os investigadores, a quadrilha operava em cinco apartamentos em Madri, quatro onde trabalhavam 17 prostitutas e um onde estava a base de operações do grupo. Da quadrilha, incluindo as garotas de programa, faziam parte 38 brasileiros, todos presos na noite de domingo.

Os criminosos usava 12 computadores, 88 celulares e 28 câmeras de vídeo. A polícia espanhola afirma que esta seria a primeira vez que uma quadrilha que explora a prostituição no país usa um esquema tão sofisticado.

Controlados pelos supostos chefes, tanto prostitutas como clientes eram vigiados por câmeras de vídeo espalhadas por todas as dependências dos apartamentos onde atuavam.

Denúncia. Os membros da quadrilha usavam três quadros negros para anotar a agenda diária das prostitutas com nomes, horários e encontros com clientes e fiscalizavam o trabalho com a rede de câmeras.

O negócio funcionava 24 horas ao dia, empregando três telefonistas que se revesavam em turnos para atender as ligações de clientes, que chegavam à quadrilha por meio de anúncios na imprensa espanhola e na internet.

A polícia descobriu o grupo depois da denúncia de uma brasileira que trabalhou para a quadrilha. Segundo esta suposta confissão, as mulheres aliciadas no Brasil sabiam que atuariam em Madri como prostitutas, mas não que seriam vigiadas permanentemente.

As jovens entre 18 e 25 anos, de várias regiões do Brasil, moravam na Espanha em grupos de seis em cada quarto, dormindo em beliches ou no chão.

Dos 38 detidos, 11 estão acusados de delitos contra a saúde pública, exploração de seres humanos, contra os direitos de trabalhadores estrangeiros e formação de quadrilha. As prostitutas são acusadas de estadia e trabalho irregular na Espanha e devem ser deportadas.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/geral,quadrilha-brasileira-controlava-prostitutas-com-cameras-em-madri,679460,0.htm

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Migraciones y trabajo doméstico

Publicado por Daniela Alves em outubro 14, 2010

Alicia y Edda son dos mujeres desconocidas. Sus historias no cuentan para las pasarelas de los concursos de top models ni sus rostros aparecen en las portadas de las revistas femeninas o en las pantallas de espacios publicitarios de televisión. Sus historias son duras, estremecedoras, sacuden el alma cuando una las escucha.


Por: Idania Trujillo

Mientras nos agrupábamos en círculo en una improvisada aula de la Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociales (FLACSO) en Quito, Ecuador, donde tuvo lugar el taller Migración, trabajo doméstico y violencia de género, dentro del Foro Social Mundial de Migraciones, recordé a las miles de mujeres asesinadas de Ciudad Juárez, México, a las tailandesas que son forzadas a vender sus cuerpos, a las colombianas, dominicanas que trabajan como verdaderas esclavas en países europeos, la mayoría indocumentadas y pobres, y a las indígenas y campesinas que están emigrando cada vez más frecuentemente para las grandes ciudades dentro de sus mismos países. Leia o resto deste post »

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Itamaraty conclui guia de orientação para vítimas de redes de prostituição

Publicado por Daniela Alves em setembro 21, 2010

O Ministério das Relações Exteriores lançou nesta quarta-feira (15) o Guia de Retorno ao Brasil. O objetivo é orientar e dar condições de retorno para o País aos brasileiros que vão para o exterior e viram vítimas de redes de prostituição, exploração e tráfico de pessoas.

Um trabalho específico será feito em cinco cidades de Portugal e da Espanha a partir da próxima semana, quando a cartilha será apresentada e serão negociadas parcerias com organizações não governamentais e os governos locais.

“O objetivo desse guia é ajudar quem vai para o exterior, decepciona-se e não sabe ou acha que não tem condições de voltar para o Brasil”, disse à “Agência Brasil” a chefe da Divisão de Assistência Consular do Itamaraty, Luiza Lopes Ribeiro da Silva. “É preciso mostrar para esses homens e mulheres que há alternativas no Brasil e que eles não devem se tornar alvos dessas redes (de exploração, tráfico e prostituição).”

O guia foi lançado três semanas depois de as polícias da Espanha e do Brasil desarticularem uma rede de prostuição masculina em que 14 pessoas foram presas. As vítimas dessa rede caracterizam o público-alvo para quem será direcionado o documento elaborado em conjunto entre o Itamaraty e a Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM).

No guia há informações sobre oportunidades de emprego no Brasil e alternativas para buscar ajuda. Funcionários do Itamaraty e voluntários brasileiros serão treinados para transmitir as orientações e receberão o material. A ideia é ampliar parcerias com redes locais no esforço de aumentar o apoio às vítimas.

Segundo a diplomata, um estudo feito pelo Itamaraty mostra que, em geral, as vítimas são atraídas por ofertas de redes que atuam principalmente em Portugal, na Espanha, Suíça e Holanda. Na América Latina, os focos são o Suriname e a Bolívia. Por essa razão, os funcionários que lidam com questões consulares passarão por um curso específico sobre assistência a essas pessoas.

O guia, editado em inglês e português, ficará à disposição em todos os consulados do Brasil no exterior. A cartilha é resultado de uma parceria dos ministérios das Relações Exteriores e da Justiça, além da SPM.

Um dos capítulos do guia é destinado a mostrar ao brasileiro que foi para o exterior e quer voltar ao Brasil que há oportunidades de empregotrabalho no País. As alternativas vão de sugestões nos setores da construção civil, do turismo e do artesanato a investimentos no programa de microcrédito.

Em outro capítulo, há uma orientação precisa sobre o programa de educação para jovens e adultos, destinado àquelas pessoas que abandonaram as salas de aula, mas têm vontade de voltar a estudar. O programa é gratuito e oferecido em todo o País. O curso oferece inclusive aulas online, de acordo com o Ministério da Educação.

“Nós acreditamos no efeito multiplicador desse guia: uma pessoa lê, fica interessada no que viu e conta para outra. Na prática, isso pode ter um resultado muito interessante e evitar reincidência”, disse Luiza Silva. “Infelizmente, as histórias de pessoas que se frustram, voltam para o Brasil e depois caem nas mãos de redes novamente, são muito frequentes.”

Fonte: http://www.abril.com.br/noticias/brasil/itamaraty-conclui-guia-orientacao-vitimas-redes-prostituicao-596531.shtml

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Brasileira morta na Itália pode ser vítima de tráfico humano

Publicado por Daniela Alves em julho 29, 2010

A brasileira Veronica Crosati, encontrada morta na última terça-feira em um apartamento em Milão, pode ter sido vítima de uma gigantesca rede de tráfico humano que supriria cerca de 50% do mercado de prostituição “caseira” na metrópole italiana. A denúncia foi feita por Valerio Pedroni, da associação de voluntários Segnavia, e publicada nesta quarta-feira pelo jornal Corriere della Sera.

Pedroni garante que havia entrado em contato com Veronica, prostituta de 45 anos, assasinada a facadas, cujo corpo fora encontrado cerca de 10 dias após o homicídio graças a denúncias de vizinhos, incomodados com o cheiro que exalava do apartamento na via Salvioni, nº 6.

Veronica, conforme Pedroni, havia sido contatada por meio de um site que oferece serviços de acompanhantes em Milão. “Ela caiu na rede brasileira que gere metade da prostituição doméstica na cidade”, declarou ao Corriere. A rede geriria diversas meninas e apartamentos em Milão para fugir das ruas, cada vez mais perigosas pela violência e batidas policiais que podem levar à deportação.

As prostitutas seriam recrutadas diretamente no Brasil pelos operadores do esquema ilegal. Chegariam à Itália com dívidas de cerca de 15 mil euros. Como seriam, em sua maioria, pobres e provindas de favelas de São Paulo, da Bahia e de Minas Gerais, precisariam pagar as despesas arbitrárias definidas pela organização criminosa prostituindo-se. Ainda segundo Valerio Pedroni, cabe a uma “cafetina” local gerir os encontros e o cotidiano das meninas.

A cadeia ilegal de tráfico de mulheres seria gerida por dezenas de pessoas, entre responsáveis por alugar os apartamentos, agendar encontros via web ou procurar novas meninas no Brasil. A prostituição “caseira” é um fenômeno relativamente recente na Itália, que cresce de forma consistente e de difícil controle.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4589865-EI5030,00-Brasileira+morta+na+Italia+pode+ser+vitima+de+trafico+humano.html#

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Blog de un “putero”

Publicado por Daniela Alves em maio 25, 2010

No dia 21 de maio, recebi o e-mail abaixo sobre o Blog de um homem “cliente da prostituição”.

Deixando de lado qualquer crítica moral que alguém queira emitir, este blog parece ser um espaço interessante, pois pauta alguns dos principais desafios no combate ao Tráfico de Mulheres:

1 – O Tráfico de Mulheres para fins sexuais existe (independente da condição social da “vítima”), pois existe prostituição;

2 – Existe a prostituição, pois há demanda, ou seja, clientes;

3 – A existência dos clientes não deve ser objeto de “elucubrações filosóficas”, mas devem estar inclusos de alguma forma nas estratéias de combate ao Tráfico de Mulheres.

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Reciban un afectuoso saludo;

He obtenido su correo electrónico en la red, en páginas en las que mostraban interés por el tema de  la prostitución.

Pues bien, con el fin de dar a conocer mejor esta realidad a la sociedad en general y en particular a los profesionales interesados en ella, decidí abrir un blog en el que escribo desde la óptica de un usuario. Les invito a visitarlo y a discutir cualquier aspecto relacionado con la prostitución que estimen oportuno.

http://barriorojo-esl.blogspot.com/

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Más de 1.800 víctimas de explotación sexual fueron identificadas en Galicia en tres años

Publicado por Daniela Alves em outubro 1, 2009

Las Fuerzas y Cuerpos de Seguridad del Estado en Galicia identificaron durante el período 2005-2008 un total de 1.845 víctimas de tráfico sexual, de las cuales el 95,5% eran de origen extranjero, especialmente brasileñas. Así lo explicó ayer el fiscal superior de Galicia, Carlos Varela, en la jornada de conmemoración del Día Internacional en contra de la explotación y trata de mujeres y niñas que se celebró en Santiago. Durante este acto, Varela anunció la elaboración de un protocolo de la Fiscalía Superior de Galicia en colaboración de la Xunta que incluirá medidas de prevención, investigación y tratamiento de las víctimas del tráfico sexual.

Según Carlos Varela, la mayoría de los delitos de prostitución forzosa se producen en clubes de carretera, algunos de los cuales se “han convertido en verdaderos complejos hoteleros”. Sin embargo, y como indicó el fiscal superior, la presión policial ejercida sobre los locales de alterne ha provocado que muchas mafias trasladen sus actividades a pisos privados y casas de citas. Para evitar el control administrativo y su identificación.

Se trata de unas organizaciones que en numerosas ocasiones tienen “rendimientos estimados por importe de 600.000 euros al año”. En el polo opuesto se encuentra la prostitución callejera, la modalidad menos ejercida en el territorio gallego.

De este modo, en el período transcurrido entre 2005 y 2008 las Fuerzas de Seguridad del Estado realizaron diversas actuaciones, de las cuales 460 correspondieron a clubs de alterne. Así mismo, la policía nacional desmanteló 59 redes de tráfico de mujeres.

Durante el acto contra la explotación sexual, Varela también dio cuenta de la dificultad de dar “datos oficiales sólidos”, ya que la prostitución forzosa es un “fenómeno clandestino, cerrado y complejo” que “lleva a la sospecha de cifras negras”.

Como explicó el fiscal gallego, la escasez de procesos judiciales por explotación sexual, no sólo se debe a la clandestinidad de la actividad, sino también a la dificultad de obtener denuncias de las mujeres que se encuentran en este situación, ya que la mayor parte de ellas no acusan a los proxenetas “por miedo a represalias o a ser repatriadas en situación irregular”.

Respecto a la situación irregular de las mujeres afectadas por la trata sexual, la Policía identificó que en el 14,08% de los 141 casos detectados las víctimas se encontraban en situación irregular.

De las 141 mujeres, un 39% son de nacionalidad rumana y un 29% brasileñas, lo que supone un cambio con respecto a la tendencia del anterior en el que la mayoría de las víctimas procedían de Brasil.

Para paliar la explotación sexual en la comunidad gallega, la Fiscalía Superior de Galicia iniciará un protocolo en colaboración con la Xunta sobre la adopción de medidas de prevención, investigación y tratamiento a las mujeres víctimas del trafico de personas con fines de explotación sexual. Este programa contiene una hoja de ruta para permitir la coordinación y colaboración entre organismos con competencia en esta materia.

El protocolo, “pionero a nivel autonómico”, tiene como uno de sus ejes centrales la colaboración con organizaciones para la asistencia a las mujeres traficadas, como Cáritas y Médicos sin Fronteras y tiene tres partes, una de las cuales se refiere a los derechos y obligaciones de las mujeres forzadas a la prostitución.

El documento también tiene una sección dedicada al régimen penal y procesual de la trata de mujeres, otra destinada a la coordinación de las actuaciones policiales y judiciales y define además un estatuto oficial para las mujeres afectadas por la prostitución forzosa.

“Con este protocolo procuraremos combatir al fenómeno de la explotación sexual y erradicar definitivamente esta actividad lucrativa que atenta contra los más elementales derechos humanos”, declaró Varela.

Fonte: http://www.farodevigo.es/sociedad-cultura/2009/09/24/1800-victimas-explotacion-sexual-identificadas-galicia-tres-anos/371166.html

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Ministério Público denuncia 18 pessoas por tráfico de mulheres

Publicado por Daniela Alves em agosto 29, 2009

O Ministério Público Federal (MPF) apresentou na semana passada três denúncias à Justiça contra 18 pessoas suspeitas de participarem de esquema para promover o tráfico de mulheres brasileiras. Depois de serem aliciadas, as mulheres eram enviadas ao exterior para abastecer o mercado de prostituição de alto luxo.

A Operação Harém foi desencadeada em 31 de julho pela Polícia Federal. Foram presas 15 pessoas no Brasil e três no exterior suspeitas de envolvimento no esquema. As investigações foram iniciadas a partir do estado do Espírito Santo, onde foi descoberto o ponto de partida do esquema.

De acordo com a denúncia, seis grupos participavam do esquema, sendo três deles no Brasil – sendo dois em São Paulo e um no Rio de Janeiro -, onde funcionava o agenciamento e aliciamento das mulheres, que eram enviadas para os Estados Unidos, Caribe e França. Nestes países, agiam os outros três grupos.

Além de tráfico internacional e interno de pessoas com fins de prostituição, os acusados devem responder por rufianismo (tirar proveito de prostituição alheia), crime de quadrilha e favorecimento à prostituição.

No exterior, as mulheres eram recebidas por outros aliciadores, que as hospedavam em uma casa ou em um resort, como por exemplo no Caribe, onde eram agendados e realizados os programas.

As mulheres aliciadas eram escolhidas pelos clientes com a ajuda de um book eletrônico com fotos das garotas de programa. As fotos ficavam em uma conta e-mail e eram disponibilizadas aos clientes por meio de senha. Além disso, as fotos também eram levadas pessoalmente ao cliente por meio de um álbum entregue por motoboy. No caso de estrangeiros que chegavam ao Rio de Janeiro, podiam ser entregues pelas próprias aliciadoras nos aeroportos ou hotéis.

O superintendente da Polícia Federal em São Paulo, Leandro Daiello Coimbra, afirmou no último dia 31 que a quadrilha pode ter aliciado cerca de 200 mulheres em um ano para trabalharem como prostitutas no Brasil, França, Estados Unidos e República Dominicana.

As mulheres eram aliciadas no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia, segundo o superintendente da PF. “Eles conseguiam aliciá-las com promessas de bons ganhos financeiros. Mas não havia um padrão definido para o aliciamento e nem para o perfil delas. Algumas já eram garotas de programa, por exemplo. Mas era sempre com a finalidade de prostituição de alto luxo”, disse.

Em alguns casos, de acordo com Coimbra, os ganhos mensais poderiam chegar a até US$ 40 mil. “Deste valor, o aliciador ficava com uma parte e o explorador da prostituição com outra. Mas não dá para saber o percentual de cada um”, afirmou. Além das prisões, foram apreendidas mídias, como discos de DVD, e bloqueadas 10 contas bancárias movimentadas pela quadrilha no Brasil. “Os valores nestas contas ainda estão sendo levantados”, finalizou.

Durante o processo de investigação, a Polícia Federal contou com a colaboração da Agência de Imigração Americana (ICE), da Defense Security Service, Interpol, policiais da República Dominicana e dos Estados Unidos, que também realizaram prisões.

Fonte:

http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL1278565-5605,00-MINISTERIO+PUBLICO+DENUNCIA+PESSOAS+POR+TRAFICO+DE+MULHERES.html

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Hillary espera que Pyongyang conceda “anistia” a 2 jornalistas dos EUA

Publicado por Daniela Alves em julho 15, 2009

A secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, espera que Pyongyang conceda anistia às duas jornalistas americanas que cumprem condenação de 12 anos de trabalhos forçados por terem entrado ilegalmente na Coreia do Norte.

Em discurso pronunciado perante os funcionários civis e o pessoal diplomático do Departamento de Estado, a chefe da diplomacia americana lembrou que as duas jornalistas, Laura Ling e Euna Lee, mostraram seu “grande arrependimento” por suas ações e “todo mundo lamenta muito o que aconteceu”.

“O que esperamos é que seja concedida a estas duas jovens a anistia (…) e a permissão para retornar o mais rápido possível a suas casas e estar com suas famílias”, assinalou.

Além disso, Hillary anunciou que seu departamento impulsionará, pela primeira vez, uma revisão quadrienal das estratégias diplomáticas e de desenvolvimento a fim de melhorar o planejamento e os recursos da política externa dos EUA.

Ling e Lee reconheceram recentemente ter cometido “atos ilegais” para uma campanha de calúnias contra o país comunista, segundo o Governo norte-coreano.

De acordo com Pyongyang, no julgamento realizado entre os dias 4 e 8 de junho ficou provado que as duas jornalistas cruzaram a fronteira da China em direção à Coreia do Norte.

Foram detidas no dia 17 de março na fronteira norte-coreana com a China enquanto gravavam imagens para um documentário sobre o tráfico de mulheres refugiadas norte-coreanas.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1225655-5602,00-HILLARY+ESPERA+QUE+PYONGYANG+CONCEDA+ANISTIA+A+JORNALISTAS+DOS+EUA.html

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