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Rescataron 29 bebés en Paraguay que iban a la red de pornografía infantil

Posted by Daniela Alves em junho 24, 2008


Posadas. Una ardua tarea de inteligencia permitió el rescate en Paraguay de 29 bebés que iban a ser filmados por una organización de pornografía infantil que tendría su base de operaciones en Italia.

El procedimiento fue monitoreado por la coalición de ONG Alto a la Trata, que en Misiones tiene como referente a la licenciada Claudia Lascano y a nivel nacional a la funcionaria Eva Giberti, titular del Programa Las víctimas contras las violencias, del ministerio de Justicia, Seguridad y Derechos Humanos de la Nación.

El dato trascendió en el marco del encuentro que funcionarios de los países integrantes del Mercosur mantuvieron la semana pasada en Buenos Aires, donde debatieron sobre el creciente flagelo de la trata de personas en la Triple Frontera.

Los bebés, no mayores de nueve meses, habían sido ofertados a una organización de pornografía infantil presumiblemente con asiento en Italia. Al parecer, los niños aparecerían en las imágenes como succionando los genitales de adultos, como si se tratara de biberones, consignó el informante. “Esa era la idea”, añadió.

Debido al hermetismo del caso, no trascendió otro dato del procedimiento, pero se supo que la historia ya está en conocimiento del Ministerio del Interior de la Nación.

La información se manejó con cautela en el Congreso de Buenos Aires, pero trascendió en forma exclusiva a El Territorio, como el rescate de 50 niñas paraguayas que se disponían a ingresar a la Argentina a través del puente Posadas-Encarnación, para ser reducidas a esclavas sexuales en distintas provincias del país.

En ambos casos resultó de vital importancia el trabajo de la ONG Alto a la trata, a cargo de Claudia Lascano, señaló la fuente consultada.

Los dos episodios -el de los bebés y el de las adolescentes paraguayas-, sumados a la primicia de este diario sobre la trata de aborígenes en Puerto Iguazú, causaron mucho revuelo en Buenos Aires.

Por esta razón, el Ministerio de Justicia, Seguridad y Derechos Humanos de la Nación habría dispuesto la conformación de un grupo de especialistas en esta materia para recabar y analizar datos respecto del reclutamiento de indígenas en la zona de la Triple Frontera, integrada por Argentina (Puerto Iguazú); Brasil (Foz de Iguazú) y Paraguay (Ciudad del Este).

Esta tarea se llevará a cabo a través del Programa que monitorea Giberti a nivel nacional. La funcionaria puso la infraestructura que dirige a disposición del juez en lo Correccional y de Menores de Posadas, César Raúl Jiménez, para que éste aporte su experiencia en favor de los pueblos originarios y en la lucha contra la trata de personas en Misiones.

Giberti y Jiménez se reunieron el sábado, por espacio de dos horas, en Buenos Aires, y coincidieron en la necesidad de implementar medidas tendientes a que la sociedad tome conciencia de esta problemática en Misiones.

Una de las opciones que se analiza es la puesta en marcha de una campaña en micros urbanos de pasajeros explicando en qué consiste la trata, como prevenirla y las penas que establece la ley para los responsables de este delito.

Fonte: Território Digital

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3 Respostas to “Rescataron 29 bebés en Paraguay que iban a la red de pornografía infantil”

  1. deyanira said

    no ps ke manchados e laneta por ke son ta crueles con tantos niños osea solo imaginnense el daño k le asen asus padres con eso ee no mm bueno nose pero espero k las personas ke agan eso tengan consiensi por ke son bebes no persona wouu lane ta nose ke lespasa ee porfabor piensen en el daño k les asen alos niño mm bueno be yyy porfaAGAN CONSIENSIA DE TODO ESTO.

  2. bruna said

    Eu tenho 13 anos e já sei muita coisa sobre pornografia infantil e acho isso um absurdo. Para mim, quem faz isso com as crianças merece morrer e por favor me responda essa pergunta: porque as pessoas que faz isso não pode morrer? Por favor estou esperando a sua resposta, ta?

  3. Daniela Alves said

    Bruna,

    Em primeiro lugar, gostaria de lhe dizer que fiquei muito feliz ao ler que uma menina de 13 anos comentou neste blog. Fico feliz, porque a idéia aqui não é fazer um blog restrito a acadêmicos ou a técnicos da área, pois o combate a esses problemas começa com a tomada de consciência das pessoas sobre o que é ética, para viver em harmonia com as pessoas, respeitando seus direitos e reconhecendo “o outro” como portador de direitos.
    Por que eu disse isso tudo?
    Porque também vai de encontro a sua pergunta.
    Entendo sua angústia, porque é uma angústia de todos ou pelo menos de grande parte da população.
    Você deve saber que em alguns países existe a pena de morte, mas nem por isso o índice de violência chega a diminuir ou ser menor que em outros países que não utiliza esse mecanismo. Muitos discordam, claro, pois cada um tem su opinião, mas para mim a vida é um bem que deve ser protegido em qualquer circunstância.
    Por exemplo: Você acha mesmo, que (como você disse) essas pessoas devem ser condenadas a morte? Resolverá o problema? Ou poderá ter outras consequencias futuras?
    Defendo que essas pessoas devem ser punidas, prevalecendo sempre a justiça. Mas, além da prisão (privação da liberdade), as pessoas que cometem esse tipos de crimes deve ter um acompanhamento psicológico ou até mesmo psiquiátrico, pois creio que essas pessoas devem ser estudadas para quem sabe um dia descobrirmos algo que eu não saberia lhe dizer o que é, mas poderia ser uma solução a longo prazo, quem sabe, esse acompanhamento. Ao meu ver, muito melhor tentarmos compreender essas mentes e continuarmos a tentar encontrar soluções do que “simplesmente” eliminarmos, pois poderemos,sem saber, eliminar a solução. Promover a morte nunca é a solução, e pior, pode gerar mais ódio, mais injustiça e outros problemas.
    Claro que é uma discussão longa e que vários pontos poderia ser aqui melhor devolvidos, até mesmo em questões técnicas, mas, espero ter respondido sua pergunta.

    Quero deixar registrado que este comentário é integralmente de responsabilidade minha e não necessariamente envolve opiniões das instituições que represento.

    Um grande agraço Bruna!
    E obrigada mais uma vez por seu comentário.

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