Blog – Daniela Alves

Base de Dados sobre o Tráfico da Vida Humana

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Detenidos diez estadounidenses que pretendían sacar de Haití a 33 niños

Posted by Daniela Alves em fevereiro 1, 2010

La Policía haitiana ha detenido a diez ciudadanos estadounidenses que fueron sorprendidos cuando intentaban sacar ilegalmente de Haití a 33 menores, en lo que se sospecha sea una trama de adopciones ilegales.
Según han informado autoridades haitianas, las detenciones se produjeron en Malpasse, el principal paso fronterizo entre Haití y República Dominicana a raíz de un registro rutinario del vehículo en el que viajaban. Fue entonces cuando descubrieron a los niños, de entre 2 meses y 12 años de edad, y que los estadounidenses carecían de documentos que justificaran su adopción ni tan siquiera que demostraran que son huérfanos.
«Es totalmente ilegal», ha afirmado el ministro de Asuntos Sociales haitiano, Yves Cristalin. «Ningún menor puede salir de Haití sin la debida autorización y estas personas no la tenían».
Los arrestados, cinco hombres y cinco mujeres, están bajo custodia en la capital, Puerto Príncipe. Una de los detenidas, que asegura ser la máxima responsable de una organización caritativa de Idaho llamada New Life Children’s Refuge (Refugio para Menores Nueva Vida), Laura Sillsby, sostiene que no han hecho nada malo.
«Volver a por el papeleo»«Teníamos permiso del Gobierno de República Dominicana para llevar a los niños a un orfanato que tenemos allí (. . . ). Tenemos a un sacerdote baptista aquí cuyo orfanato se derrumbó totalmente y nos pidió llevar a los niños a República Dominicana», ha segurado desde una celda de la sede central de la Policía Judicial haitiana. «Yo iba a volver aquí para hacer el papeleo. Nos acusan de tráfico de menores. Es algo que nunca haría. No íbamos a hacer nada malo», ha apuntado.
La Policía Nacional de Haití ha indicado que cabe la posibilidad de que los sospechosos sean juzgados en Estados Unidos, si se pide su extradición. «Han cometido el delito aquí y vamos a hacer las diligencias policiales normales y enviar los documentos para la instrucción judicial para que la Justicia pueda hacerse cargo del caso», ha indicado el portavoz de la Policía haitiana, Frantz Lerebours. Sin embargo, al tratarse de ciudadanos estadounidenses existe la posibilidad de que sean trasladados a su país si las autoridades de Estados Unidos presentan la correspondiente demanda de extradición.
El Gobierno haitiano ha confirmado que existe tráfico de niños en el país caribeño tras el terremoto que el pasado 12 de enero devastó la capital, Puerto Príncipe, y otras poblaciones cercanas. También UNICEF y otras organizaciones humanitarias, entre ellas varias del norte de la República Dominicana, han expresado en los últimos días su preocupación ante el tráfico de menores y la posibilidad de que sean víctimas de redes de trata de personas.

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Haiti denuncia tráfico de crianças e órgãos após terremoto

Posted by Daniela Alves em fevereiro 1, 2010

PORTO PRÍNCIPE – O primeiro-ministro do Haiti, Jean-Max Bellerive, afirmou nesta quinta-feira, 28, que existe tráfico de crianças e de órgãos em seu país após o terremoto do último dia 12.

“Há tráfico de órgãos para crianças e outras pessoas, porque existe uma necessidade para todo tipo de órgãos”, afirmou Bellerive em uma entrevista à CNN publicada em sua edição digital.

O primeiro-ministro haitiano não deu detalhes, mas quando a jornalista Christiane Amanpour perguntou se também há tráfico de crianças, Bellerive respondeu: “As informações que eu recebi dizem que sim”.

O Governo do Haiti tenta localizar crianças deslocadas e registrá-las para entregar a membros de sua família ou dar para adoção, explicou. Segundo Bellerive, o tráfico de crianças é “um dos maiores problemas que temos”.

O primeiro-ministro declarou que está trabalhando com as embaixadas em Porto Príncipe para proteger as crianças dos traficantes.

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) já expressou sua preocupação com a saída de crianças supostamente órfãs do Haiti sem contar com a documentação adequada ou sem que os trâmites legais de sua adoção tenham sido concluídos.

A Unicef falou inicialmente sobre 15 crianças sequestradas em hospitais haitianos, mas depois disse que precisava confirmar esse número.

Na terça-feira, diferentes organizações do norte da República Dominicana disseram que o trânsito de crianças haitianas para cidades do país após o terremoto é alarmante.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,haiti-denuncia-trafico-de-criancas-e-orgaos-apos-terremoto,503287,0.htm

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Adoção estrangeira de haitianos deve ser último recurso, diz ONU

Posted by Daniela Alves em janeiro 20, 2010

Órfãos e crianças abandonadas no Haiti após o terremoto devastador devem ser adotados no exterior apenas como último recurso, disse o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) na terça-feira.

O Unicef está tentando identificar e registrar crianças que vagam desacompanhadas pelas ruas caóticas da capital Porto Príncipe, cujos pais morreram ou estão desaparecidos desde o terremoto, ocorrido há uma semana.

Os Estados Unidos delinearam procedimentos especiais para parte dos órfãos haitianos. A porta-voz do Unicef, Veronique Taveau, afirmou que a agência teme a ocorrência de tráfico de crianças.

“A posição do Unicef sempre foi a de que, qualquer que seja a situação humanitária, a reunificação familiar deve ser favorecida”, disse Taveau numa entrevista coletiva.

Se os pais morreram ou estão desaparecidos, devem ser feitos esforços para reunir a criança ao restante de sua família, incluindo avós, afirmou ela. Uma criança deve “permanecer, na medida do possível, no seu país de nascimento”.

“O último recurso é a adoção inter-países”, afirmou Taveau.

Antes do terremoto, 48 por cento da população do Haiti tinha menos de 18 anos, de acordo com a agência.

O Unicef também informou relatos de violência contra crianças haitianas depois do terremoto, mas não forneceu detalhes.

“Nesse tipo de emergência, as crianças infelizmente são as mais vulneráveis, especialmente as que foram abandonadas”, disse Veronique Taveau. “Tememos que possa ocorrer tráfico de crianças”.

Os EUA vão permitir temporariamente a entrada de crianças órfãs do Haiti para que recebam tratamento”, disse a Secretária de Segurança Interna dos EUA, Janet Napolitano, na segunda-feira.

O Canadá anunciou que aceleraria o processo de inscritos para imigração provenientes do Haiti que têm parentes canadenses. Haitianos temporariamente no Canadá terão permissão para estender a estada e casos de adoção pendentes terão prioridade.

FONTE: http://noticias.uol.com.br/especiais/terremoto-haiti/ultnot/2010/01/19/ult9967u132.jhtm

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HAITI: Destino das crianças é incerto

Posted by Daniela Alves em janeiro 20, 2010

Brasileiros entram com pedido de adoção e EUA recebem órfãos, mas o Unicef desaconselha a ação

Porto Príncipe. Mais de 300 brasileiros fizeram pedidos para adotar crianças haitianas desde o terremoto que devastou o país, informou a Embaixada do Haiti em Brasília. Antes do terremoto, 48% da população tinha menos de 18 anos e havia mais de 380 mil órfãos.

No entanto, os diplomatas afirmam que não há como dar continuidade aos processos, tendo em vista a situação crítica que vive o país. A previsão é que os pedidos comecem a ser analisados em 30 dias.

As pessoas interessadas em adotar devem mandar um e-mail com dados pessoais para a embaixada haitiana, para que os pedidos sejam encaminhados quando as condições do país melhorarem.

A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República desaconselha a adoção de haitianos neste momento. “A adoção internacional não deve ocorrer em situações de instabilidade como guerras, calamidades e desastres naturais, por não ser possível verificar o histórico pessoal e familiar da criança que se pretende colocar em adoção, com a atual situação no Haiti”, afirma a subsecretária para Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente da Presidência da República e presidente do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, Carmen Oliveira.

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) também afirma que a adoção estrangeira deve ser o último recurso. “A reunificação familiar deve ser favorecida”, afirma a porta-voz da Unicef, Veronique Taveau. A instituição tenta identificar e registrar crianças que vagam desacompanhadas pelas ruas caóticas da capital Porto Príncipe, cujos pais morreram ou estão desaparecidos. Também há a preocupação com o tráfico de menores.

O Unicef relata o caso de uma menina de 2 anos e um menino de 7 que estão em um dos hospitais da missão de paz da ONU, sem ferimentos graves, mas que não têm para onde ir.

A menina sofre de paralisia cerebral e chegou ao hospital desidratada e em estado de choque. “Ela está na maca, chorando e sozinha. Ninguém sabe como se chama nem por onde começar a procurar sua família”, contam os membros do Unicef.

No mesmo hospital está Sean, que chegou gritando ao hospital com poucos arranhões e ficou 12 horas em posição fetal. Segundo o Unicef, as enfermeiras disseram que o garoto contou que seus pais estão mortos. Os médicos não querem dar alta sem saber quem tomará conta deles, diz a organização humanitária, que está tentando montar dois refúgios para crianças como Sean e a “menina”, nos quais possam ser atendidas enquanto suas famílias são procuradas. O Haiti não é signatário da Convenção de Haia, que regulamenta e padroniza a adoção internacional. Assim, quem quer adotar uma criança precisa entrar em contato com a embaixada, que fará a intermediação com as autoridades do país.

Estados Unidos

Ontem, 53 crianças haitianas, salvas dos escombros do orfanato onde viviam por dois socorristas americanos, chegaram a Pittsburgh (Pensilvânia, leste dos Estados Unidos. A maioria está na faixa dos quatro anos.

As crianças chegaram num avião cargueiro militar, acompanhadas pelo governador da Pensilvânia, Ed Rendell. A maioria aguardava a adoção por americanos, um processo que leva mais de 18 meses, mas que foi facilitado pelo governo.

CAMPANHA
Grupo Pão de Açúcar doa US$ 1 milhão ao país

O Grupo Pão de Açúcar doará US$ 1 milhão para ajudar na recuperação do Haiti. Quem quiser contribuir e ampliar o volume dessa doação podem fazê-lo a partir de hoje. A cada R$ 20 em vendas de itens de marcas exclusivas, o Grupo Pão de Açúcar fará uma doação de R$ 1 ao país. As lojas Pão de Açúcar e Extra também estão recebendo donativos como água, enlatados, biscoitos e barras de cereal até o dia 14 de fevereiro.

A Abbott, empresa global diversificada na área da saúde, e sua fundação para filantrópica, Abbott Fund, também anunciou a doação de US$ 1 milhão em fundos e produtos farmacêuticos e nutricionais de primeira necessidade para aumentar a capacidade de socorro das organizações humanitárias em atendimento às necessidades imediatas do Haiti.

MILITARES BRASILEIROS
Congresso quer discutir proposta

Brasília. O Congresso Nacional quer discutir a proposta do ministro da Defesa, Nelson Jobim, de manter por mais cinco anos os militares brasileiros no Haiti para colaborar na reconstrução do país. O presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara, deputado Damião Feliciano (PDT-PB), disse que a discussão precisa passar pelo Legislativo antes que o governo decida por conta própria manter os militares no Haiti.

“É unanimidade em todo o mundo a importância da presença das Forças brasileiras. Mas vamos ter que fazer o desmame. Isso demanda custo, dinheiro, tem que passar pelo Congresso Nacional essa discussão. Respeito a posição do ministro Jobim, mas vamos ter que discutir no âmbito do Congresso”, afirmou Feliciano.

Após o recesso parlamentar do Congresso, que termina no dia 2 de fevereiro, a comissão pretende convidar o ministro a prestar depoimento sobre a presença dos militares no Haiti. “Ele deve vir à nossa comissão discutir, é prerrogativa do Congresso ouvi-lo”, afirmou.

No último sábado, o ministro Jobim afirmou que o Brasil deverá ficar por, pelo menos, mais cinco anos no Haiti, mesmo após terminar o período pelo qual o país se comprometeu a compor a Minustah (Missão de Paz da ONU no Haiti), que se encerra em 2011. Ele afirmou ainda que vai propor ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva aumentar as atribuições das tropas brasileiras no Haiti.

O ministro citou como exemplo aumentar as atribuições de engenharia das tropas, para que possam ajudar no processo de reconstrução do país.

Críticas

Em visita ao Haiti, o secretário-geral do Itamaraty, Antônio Patriota, afirmou que é “prematuro” falar que o Brasil permanecerá pelo menos outros cinco anos no país caribenho, contrariando previsão feita pelo ministro.

“A presença da Minustah é condicionada pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas”, disse Patriota, em entrevista coletiva concedida na base militar brasileira em Porto Príncipe.

“Sobre a presença brasileira ou internacional no Haiti, acho que é prematuro dizer. O importante é que haja um engajamento, um compromisso do Brasil em ajudar o Haiti a se reerguer”, acrescentou Patriota.

MISSÃO DE PAZ
Conselho da ONU vai enviar mais 3.500 soldados ao Haiti

Porto Príncipe. O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU)aprovou ontem, por unanimidade, um aumento temporário no número de tropas e policiais da entidade no Haiti em 3.500 para ajudar a manter a segurança e ajudar nos esforços humanitários ao país.

Assim, o contingente total da missão de paz da Organização das Nações Unidas no Haiti, conhecida como Minustah, subirá para 12.651, em relação ao nível atual de cerca de 9 mil.

O embaixador chinês na ONU, Zhang Yesui, atual presidente do Conselho, afirmou que o contingente temporário tem mandato de seis meses, mas esse período pode ser prorrogado.

“Estou grato ao Conselho de Segurança por sua rápida ação”, disse o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, acrescentando que a decisão é um “sinal claro de que o mundo está com o Haiti”.

Os capacetes azuis da ONU têm encontrado dificuldades em ajudar a manter a ordem e garantir a entrega de ajuda humanitária às vítimas do devastador terremoto que deixou o Haiti em ruínas e matou até 200 mil pessoas.

Segundo o chefe de missões da ONU, Alain Le Roy, a principal missão desse contingente extra será escoltar os comboios que levam ajuda ao país.

O vice-embaixador dos Estados Unidos na ONU, Alejandro Wolff, elogiou o aumento do contingente da entidade no Haiti e deixou claro que a entidade, não os EUA, está no comando da resposta humanitária ao desastre. Mais de 11.000 militares americanos estão no Haiti.

Mais cinco anos

“É unanimidade em todo o mundo a importância da presença das Forças brasileiras”

Nelson Jobim
Ministro da Defesa

Infância

380 Mil órfãos já viviam no Haiti antes do terremoto e 48% da população tinham menos de 18 anos. Agora, as autoridades não sabem ao certo quais são estes números

FONTE: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=722433

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Informe GARR: 19.512 personas víctimas de tráfico y trata en 2007

Posted by Daniela Alves em agosto 9, 2008

El Grupo de apoyo a los Repatriados y Refugiados (GARR) publicó su informe anual sobre “la situación de los Derechos Humanos de los Emigrantes Haitianos en 2007”. El documento, presenta a través de seis capítulos, la situación migratoria del haitianos e haitianas en el mundo y las principales actividades y estudios realizados por la institución.El informe contiene un conjunto de testimonios y cuadros estadísticos sobre el número repatriados, refugiados y víctimas de la trata y el tráfico de personas en 2007.

Según los datos recogidos por el GARR y organizaciones sociales, la República Dominicana repatrió a 13.116 haitianos e haitianas en 2007, una cifra inferior a el registrado durante los cuatro años anteriores.

Por otra parte, se contabilizó a 19.512 personas víctimas de tráfico y trata. Además los tráficos de persona y las repatriaciones se operan cada vez más, en puntos no oficiales de la frontera, destacan el informe.

El incumplimiento de los derechos socioeconómicos de la población explica en gran parte la tendencia cada vez más elevada de los haitianos a dejar el país, según el informe. No obstante, el GARR observa una migración selectiva practicada por algunos países que cierran sus puertas a la mano de obra trabajadora mientras que atraen a los intelectuales y a profesionales haitianos.

Por fin, el informe preconiza una gestión multilateral de la migración permitiendo a los Estados y al Gobierno adoptar políticas y leyes inteligentes y justas para regularizar y asegurar el desplazamiento de los emigrantes, por la lucha contra la trata y el tráfico y por una gestión de la mano de obra migratoria; y por otra parte, de mejorar las condiciones de vida y trabajo de los emigrantes, proteger sus derechos y los de sus descendientes-ser en las sociedades de recepción y también a atacarse en los países de origen a las causas estructurales de la migración.

Fonte: http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=ES&cod=34323

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