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Posts Tagged ‘tráfico de órgãos humanos’

China vende órgãos que extrae de prisioneiros

Posted by Daniela Alves em abril 28, 2008

Fonte: http://ayudaaltibet.wordpress.com/2008/04/26/china-vende-los-organos-que-estrae-a-prisioneros-bbc-camara-oculta

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Líder kosovar acusado de traficar órgãos de prisioneiros sérvio

Posted by Daniela Alves em abril 14, 2008

Carla del Ponte lançou um livro onde acusa o atual primeiro-ministro do Kosovo de ser cúmplice num esquema de tráfico de órgãos humanos. A antiga procuradora do Tribunal Penal Internacional diz que entre 100 a 300 prisioneiros sérvios nas mãos da guerrilha do UÇK foram levados para a Albânia, em 1999, onde lhes foram retirados os órgãos vitais para depois serem vendidos no mercado ilegal.

A procuradora que sentou no banco dos réus o líder sérvio Slobodan Milosevic explica agora com detalhe como recebeu as informações do transporte em caminhões desses prisioneiros, que cruzavam a fronteira para o lado albanês e se dirigiam a uma casa na localidade de Burrel, onde funcionava um autêntico bloco operatório clandestino. O pessoal médico retirava-lhes um rim e devolvia-os à prisão, de onde regressavam para lhes tirar outros órgãos vitais, provocando a morte destes prisioneiros. Por aquela casa terão também passado prostitutas albanesas e de outros países do leste europeu. Os órgãos eram depois transportados para o estrangeiro, “com o conhecimento e aprovação activa de altos oficiais do Exército de Libertação Albanês (UÇK)”, entre os quais o atual primeiro-ministro Hashim Thaçi.

Na origem desta investigação estão oficiais da ONU, jornalistas e um procurador albanês, disse Chuck Sudetic ao jornal El País. Eles investigaram a casa de Burrel, descobrindo rastos de sangue, produtos químicos utilizados em cirurgias e até uma geleira com órgãos com destino ao aeroporto de Rinas. Os habitantes da casa começaram por dizer que uma mulher tinha ali dado à luz, para depois mudarem a versão da história, justificando a quantidade de sangue por ali funcionar um matadouro.

Inquiridos sobre o porquê de só agora virem denunciar aqueles crimes, os autores dizem que na altura não era claro que estes crimes estivessem sob jurisdição do Tribunal para a Jugoslávia. “Os poucos albaneses do Kosovo dispostos a testemunhar teriam de ser protegidos, o que implicaria transferir famílias inteiras para o estrangeiro”. Del Ponte escreve também que muitos dos que faziam parte da Missão da ONU e da NATO para o Kosovo “temiam pelas suas vidas e pela dos membros das suas missões”.

Por outro lado, como afirma o jornalista e co-autor do livro, “Carla Del Ponte tem agora uma liberdade para falar que não tinha como procuradora-geral. Ela acha que é melhor explicar os mecanismos ocultos da justiça internacional com um livro do que com um artigo aborrecido para uma revista de advogados que ninguém leria. É possível que, contando esta história, as testemunhas se atrevam finalmente a falar”.

Agora é a ONG Human Rights Watch que exige uma “investigação formal acerca da veracidade das acusações” produzidas pelo livro de Carla Del Ponte por parte das autoriadades albanesas e kosovares.

As denúncias de Del Ponte estão no livro “A Caça. Eu e os Criminosos de Guerra”, escrito em parceria com o antigo correspondente do New York Times na região Chuck Sudetic. O lançamento na passada semana em Milão foi anulado por causa das novas responsabilidades de Carla del Ponte enquanto embaixadora suíça na Argentina.

“As declarações que contém não são compatíveis com a atual função de representante do governo suíço”, disse um porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros. A própria ministra pediu a Del Ponte que regressasse imediatamente a Buenos Aires nas vésperas do lançamento do livro, o que não veio a acontecer. A Suíça foi um dos primeiros países a estabelecer laços diplomáticos com o Kosovo, onde até já abriu embaixada.

Do lado kosovar, as reações não se fizeram esperar, com o ministro da Justiça Nekibe Kelmendi a classificá-lo de “uma invenção de Carla Del Ponte e dos sérvios para desacreditar o meu país”

Fonte: Opinión E

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Médico indiano procurado pela Interpol é preso no Nepal

Posted by Daniela Alves em fevereiro 11, 2008

Ver mapa-NepalA polícia do Nepal deteve um médico indiano suspeito de comandar uma rede ilegal de transplante de rins na Índia, informou um oficial das forças nepalesas de segurança. A caçada internacional ao médico foragido, identificado como doutor Amit Kumar, terminou na noite de ontem, quando a polícia nepalesa o prendeu em um resort na selva de Chitwan, 160 quilômetros ao sul de Katmandu, informou Kiran Gautam, comandante da polícia local. A polícia indiana procurava Kumar por suspeitar que ele chefiasse uma rede ilegal de transplante e tráfico de órgãos humanos em Gurgaon, um bairro nobre de Nova Délhi.

Kumar é suspeito de ter removido ilegalmente centenas de rins – em muitos casos sem a autorização dos pacientes. Com o médico, a polícia apreendeu US$ 230 mil em dinheiro e um cheque de valor equivalente a US$ 24 mil. Acredita-se que Kumar tenha vendido cerca de 500 rins a clientes que viajaram à Índia procedentes de diferentes partes do mundo ao longo dos últimos nove anos. Há denúncias de doações forçadas, sob a mira de revólveres. O médico já havia sido acusado anteriormente de comandar redes similares em outras partes da Índia. No mês passado, autoridades indianas disseram ter informações de que o médico teria fugido do país e a Interpol foi acionada.

O baixo custo dos serviços médicos na Índia transformou o país num destino popular entre estrangeiros que precisavam desde lipoaspirações a cirurgias cardíacas. Sriprakash Jaiswal, secretário de Interior da Índia, manifestou a esperança de que Kumar seja extraditado logo, informou o jornal The Times of India. Antes, porém, Kumar deverá ser processado no Nepal por não ter declarado o dinheiro apreendido com ele, disse Upendra Aryal, um alto oficial da polícia nepalesa. Também foi aberta uma investigação para apurar se Kumar envolveu-se em transplantes ilegais de rins dentro do Nepal, já que ele, segundo investigações, visitava com freqüência o país e iria construir um hospital especializado em transplante de rins, disse Aryal.

Fonte: (AE-AP)

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