Blog – Daniela Alves

Base de Dados sobre o Tráfico da Vida Humana

Posts Tagged ‘Tráfico de Pessoas’

Barreto critica combate ao tráfico de pessoas em países

Posted by Daniela Alves em novembro 9, 2010

Autoridades brasileiras criticaram hoje a política de enfrentamento do tráfico de pessoas em países do Hemisfério Norte. Para o ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, em muitas nações as penalidades recaem sobre os imigrantes ilegais e não sobre as quadrilhas internacionais especializadas em tráfico de seres humanos. “Alguns países ainda tentam criminalizar esse problema sob a ótica da vítima como co-autora do delito”, disse Barreto, durante abertura do I Encontro Nacional da Rede de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, em Belo Horizonte.

Na opinião do ministro brasileiro, trata-se de uma “hipocrisia”. “Tentam combater o tráfico de pessoas combatendo a própria imigração”, afirmou. “Estamos dizendo isso em fóruns internacionais porque é muito triste”, acrescentou. Para Barreto, a imigração ilegal deve ser encarada “no máximo uma infração administrativa, passível de regularização”.

Segundo ele, a criminalização da imigração é um primeiro passo para transformar essas pessoas em vítimas e deixá-las indefesas nas mãos de traficantes internacionais. A mesma crítica foi feita pelo secretário nacional de Justiça, Pedro Abramovay. Eles ressaltaram que tramita no Congresso um projeto de lei que dá direito a um visto de residência às vítimas de tráfico de seres humanos no Brasil. Continue lendo »

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¿Es lo mismo trata y tráfico?

Posted by Daniela Alves em outubro 14, 2010

Por Mariela Velardez para Prensa De Frente – Con esta pregunta rompió el silencio una de las más de 30 participantes de uno de los talleres de Mujeres y Trata de Personas realizados en el XXV Encuentro Nacional de Mujeres de Paraná.

Saldada la aclaración, se dio inicio al intercambio de experiencias y opiniones. Se hizo fuerte la palabra de cada una de las mujeres que viajaron desde Santa Fé, Buenos Aires, La Plata, Neuquén y Río Negro; partiendo desde la importancia de ubicar al patriarcado como el origen de la trata de personas y de reconocer el abuso que el capitalismo realiza con el secuestro, tráfico y explotación de niños, niñas y mujeres. Continue lendo »

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MP-GO promove colóquio sobre Tráfico de Pessoas e de Órgãos

Posted by Daniela Alves em agosto 23, 2010

O auditório do Ministério Público de Goiás sediou nesta quinta-feira (19/8), o II Colóquio – Tráfico de Pessoas no Estado de Goiás. Promovido pelo Núcleo de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas em Goiás (NETP-GO), o evento discutiu o tráfico humano em duas vertentes: para o trabalho escravo e para remoção de órgãos. A Semira participou do Colóquio, através da representante da Superintendência da Mulher, Maria de Fátima Sócrates.

A organização do evento foi do coordenador do Núcleo de Enfrentamento do Tráfico de Pessoas em Goiás, Saulo de Castro Bezerra. Durante a manhã, o evento focou discussões sobre o tráfico de pessoas para remoção de órgãos cujos temas foram debatidos  pelo coordenador nacional da Política de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, Ricardo Lins, do Ministério da Justiça; pelo psicanalista Cid Roberto Bertozzo Pimentel, representante do Ministério da Saúde, e pela consultora Daniela Alves Pereira de Andrade, do Centro de Estratégia, Inteligência e Relações Internacionais (CEIRI).

Dados considerados importantes divulgados pelo CEIRI é que no mercado internacional o preço de um coração, por exemplo, o órgão mais caro, é de U$100 mil; e o mais barato, a córnea, ao custo de U$10 mil. No meio dessa escala estão o fígado, rins e pele. Quanto aos países que mais comercializam órgãos estão Israel como maior comprador mundial e as Filipinas como maior vendedor. Somente no Irã existem 137 agências e 23 clínicas ilegais para transplantes de rins, segundo a OMS. Seguem a Colômbia e o Egito.

Mas os dados revelam ainda a China como um país que acha natural a compra de órgãos para transplantes, e cada país tem leis próprias sobre o assunto, não se discutindo ética ou moral quanto a essa prática. Outra questão levantada é quanto à noção de quem vende um órgão para conseguir dinheiro, e quem compra pagando qualquer preço, e que a extração de um órgao para transplante precisa ser feita por alguém que tenha competência para realizar cirurgias delicadas e longas para um resultado final satisfatório.

À tarde os temas foram o tráfico de pessoas para trabalho em condições análogas à de escravo. Entre os debatedores estavam o procurador do trabalho em Goiás Antônio Carlos Cavalcante Rodrigues; o representante do Ministério do Trabalho, Marcelo Gonçalves Campos; a auditora fiscal Jacqueline Carrijo, da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego em Goiás, e dom Ladislau Bienarski, presidente da Comissão Pastoral da Terra.

O coordenador do NETP, Saulo Bezerra, explicou que em Goiás só em 2009 foram liberadas 327 pessoas do trabalho escravo a que eram submetidas, mas que esse numero é pequeno diante do fato de não haver muitas denúncias. “É difícil localizar essas pessoas, só quando um desses trabalhadores-escravos fogem e fazem denúncia”. Ele comenta que um dos problemas em distribuir folhetos explicativos nas comunidades é que a maioria desses trabalhadores é analfabeta, mas que é importante fazer campanhas pelo rádio e TV.

Um aspecto que chama a atenção do emprego de trabalhadores-escravos é que, com a expansão dos negócios sucro-alcooleiros em Goiás, com plantio da cana-de-açúcar e indústria sucro-alcooeiras, também cresceu o número desses trabalhadores, cuja proposta de emprego engana, pois nem sempre recebem o salário prometido. “Queremos chegar onde acontece o aliciamento e hoje contamos com quase 50 organizações governamentais e não governamentais, para discutirmos formas preventivas e o atendimento a essas vítimas”, explicou Saulo Bezerra. (M. R. Mesquita/Ascom Semira)

Fonte do texto: http://www.semira.go.gov.br/index.php?idMateria=84914

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TRÁFICO HUMANO: BRASIL, ITÁLIA E CONSELHO EUROPEU

Posted by Daniela Alves em fevereiro 1, 2010

Roma/Estrasburgo, 28 jan (RV) – O Brasil e a Itália estabeleceram uma parceria para combater juntos o tráfico de seres humanos, uma das atividades criminosas mais lucrativas do mundo, envolvendo milhares de pessoas em todos os continentes.

O objetivo do projeto é combater a exploração de mulheres, crianças, jovens e transexuais, sensibilizando a sociedade para a questão do tráfico e do turismo sexual, por meio da produção e distribuição de material informativo.

A Região italiana de Piemonte, em parceria com Centrais Sindicais e algumas cidades italianas, está elaborando o projeto, que deve ser apresentado à Comunidade Europeia até o dia 25 de fevereiro, para ser aprovado.

Em parceria com entidades brasileiras como a Frente Nacional de Prefeitos, e as cidades de Fortaleza, capital do Ceará, e Teófilo Otoni, interior de Minas Gerais, a proposta se insere no ‘Projeto 100 cidades’, que envolve Itália e Brasil.

O projeto de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas e ao Turismo Sexual deve entrar na prática no segundo semestre deste ano. Além das cidades brasileiras e italianas, a expectativa é de que o programa também seja desenvolvido na Argentina, na cidade de Rosário; no Uruguai, no município de Canelones; no Paraguai, na Ciudad Del Leste; em Portugal, Espanha, e em algum país da África.

De acordo com a Agência Adital, a ideia é que o projeto seja executado por três anos.

Entre as propostas estão previstas ações na melhoria da estrutura e serviços de atendimento para as vítimas do tráfico. As intervenções serão feitas diretamente com as vítimas, em zonas de prostituição e nas ruas.

Para os coordenadores e funcionários das entidades parceiras e serviços públicos, serão oferecidos seminários, formação e troca de experiências. Serão ainda promovidos cursos de formação para policiais, gestores empenhados na assistência às vítimas do tráfico, professores, médicos, enfermeiros, assistentes sociais e agentes de turismo.

Dentre os focos de atenção, estão aeroportos, hotéis, agências de viagens e turismo, além de centros de emprego da Itália.

O tráfico de pessoas é caracterizado, entre outras coisas, por falsas promessas de emprego, transporte facilitado, exploração da mão de obra, e retiro dos documentos da vítima, o que a transforma em prisioneira da rede organizada.

Entretanto, hoje o Conselho da Europa debate o assunto para chamar a atenção para a necessidade de os países ratificarem e cumprirem os princípios da convenção contra esta atividade criminosa.

O presidente da Comissão para a Igualdade de Oportunidades entre Mulheres e Homens do Conselho da Europa, José Mendes Bota, afirmou ontem que “há um aumento crescente deste tipo de crime e a sociedade, por vezes, não tem consciência disso”.

Para o parlamentar português, o tráfico de seres humanos “é hoje um dos grandes negócios a nível mundial no contexto da economia negra e suja. Temos diante de nossos olhos uma nova escravatura e temos a obrigação de lutar contra essa autêntica epidemia da nossa sociedade”.
Em entrevista à Agência Ecclesia, José Mendes clamou que os deputados europeus “têm a missão de zelar pela aplicação da Convenção contra o Tráfico de Seres Humanos e nos casos em que os Estados não a ratificarem, devem pressionar, a fim de obter a adesão”.

Hoje, será apresentado na plenária da Assembleia Parlamentar o relatório “Ação contra o Tráfico de Seres Humanos: promover a Convenção do Conselho da Europa”, de autoria da Comissão presidida pelo português.

“Chamamos a atenção para que quem utiliza os serviços destas pessoas, de prostitutas: o consumidor de serviço de prostituição forçada deve ser condenado” – defendeu o deputado.
Antes, na reunião da Comissão será ouvido o testemunho do pai de uma vítima do tráfico de seres humanos, uma ex-prostituta russa assassinada em 2001, em Chipre.
O caso foi levado ao Tribunal Europeu dos Direitos Humanos que, no início deste ano, condenou os Estados cipriota e russo por não terem prestado auxílio a uma vítima de tráfico humano.

O Conselho da Europa é uma organização internacional fundada em 1949: é a mais antiga instituição europeia em funcionamento. Os seus propósitos são a defesa dos direitos humanos, o desenvolvimento democrático e a estabilidade político-social na Europa. Tem personalidade jurídica reconhecida pelo direito internacional e atende cerca de 800 milhões de pessoas em 47 Estados, incluindo os 27 membros da União Europeia.

A sede do Conselho é em Estrasburgo, na França. (CM)

Fonte: http://www.oecumene.radiovaticana.org/bra/Articolo.asp?c=352668

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Trampas para prostituir infantes por internet Trampas para prostituir infantes por internet

Posted by Daniela Alves em outubro 2, 2009

* O ARTIGO ABAIXO ALERTA SOBRE SITUAÇÕES QUE ATUALMENTE SÃO APLICÁVEIS EM QUALQUER PARTE DO PLANETA. VALE A PENA LER E ALERTAR SOBRE OS PERIGOS DA INTERNET QUANDO UTILIZADA DE UMA FORMA NÃO-DEVIDA.

El uso del internet es herramienta poderosa para todo el mundo, no sólo para  los estudiantes que realizan gran parte de sus tareas con la ayuda del famoso buscador de Google o Wikipedia, sino también para redes y bandas de ciberdelincuentes que hallaron en el internet un poderoso aliado.

Según datos de Forrester Research,  una compañía de investigación de mercado en los EE.UU, más de mil 500 millones de personas se conectan a internet en el mundo, y para el 2013 la cifra podría llegar a dos mil 300 millones. En México, según cifras  del  Instituto Nacional de Estadística y Geografía (INEGI) el uso del internet creció en 341 por ciento desde el 2000 con más de 23 millones de personas conectadas .

Facebook, Metroflog, Hi5, Myspace, Sónico, ORKUT: un peligro
La proliferación de las redes sociales en la web, en las que los usuarios colocan datos personales, fotos y su correo electrónico al alcance  de todas las personas que añaden a su red social, la mayoría  desconoce que el crimen organizado usa la red para cometer ilícitos, que van desde la extorsión, fraudes, espionaje, entre otros, pero los más grave  son la trata de personas y la pornografía infantil.

Las redes sociales sirven a los pederastas para enganchar a sus víctimas menores de edad, aprovechando la ingenuidad de los pequeños, a los que les hacen promesas de convertirlos en actores o actrices, modelos, cantantes, usan todo tipo de artimañas para envolverlos.

Los pederastas aprovechan el anonimato que ofrece el internet, utilizan perfiles engañosos en  las redes sociales con fotos de hombres o mujeres bien parecidos, para atraer  a sus víctimas. Navegar a través del internet cada día es  más peligroso, pues niños y adolescentes ávidos de conocer gente nueva, por  curiosidad o juego,  caen en la trampa de gente sin escrúpulos y algunos terminan envueltos en  situaciones terribles que los marcan de por  vida y que difícilmente lograrán  superar.

“Los padres no atienden a sus hijos”
El Director de la Policía Cibernética del Distrito Federal, Gustavo Caballero Torres en entrevista con En Marcha, comentó, que “muchas veces los padres no están al pendiente de lo que ven sus hijos en la red y tampoco les advierten de los peligros y los riesgos de navegar en internet”.

Añadió que las redes sociales, como Facebook, Metroflog, La Jaula, Hi5, ORKUT son algunas de las páginas que usan los pederastas y delincuentes para  contactar a  jóvenes de todos los estratos sociales, quienes se aprovechan del anonimato que ofrece el ciberespacio.
Los delincuentes con argucias logran  ganarse la confianza de los usuarios que escogen, todo inicia como un juego. Caballero Torres dijo que la mayoría de las veces los enganchadores retan a los menores, como si se tratara de un  juego y les piden que se tomen fotos desnudos, les insisten hasta doblegar su voluntad.

Así inicia un camino a veces sin retorno, en ocasiones cuando las jóvenes ya no quieren  seguir con el “juego” de enviar más fotos  de sus desnudos,  los pederastas los amenazan con publicar sus fotos en el internet para exhibirlos; ante el temor de ser vistos por familiares y amigos  la mayoría continua en el juego perverso de los pederastas.

Tania, seducida a los 9 años
Gustavo Caballero narró el caso de Tania, una niña de nueve años del norte del Distrito Federal, enganchada en una red social por una persona de 26 de años que se hizo pasar por un joven de secundaria, quien abusando la corta edad de Tania la envolvió, la enamoró y durante tres meses mantuvieron un lazo sentimental en el ciberespacio, después la convenció para que huyera de su casa, con la promesa de poder realizar su amor, por espacio de tres meses tuvieron relaciones sexuales.
Después de un arduo trabajo de investigación, la policía logró dar con el paradero de Tania, quién fue encontrada  en pleno acto sexual con un amigo del sujeto que la enganchó.

Como el caso de la niña Tanía existen otros  similares y aún más aberrantes, dijo el director de la Policía Cibernética, como un caso resuelto por esa policía el 17 de abril de este año en que tras 21 meses de investigación se logró  la captura de 7 integrantes de una red de distribución de pornografía infantil en internet. En sólo un año, según cifras de esta corporación, la banda logró colocar 100 mil vídeos y fotografías de sexo explícito con bebes, niños y adolescentes.

Sacerdote pornográfico
En este caso el  Sacerdote Rafael Muñiz, de la parroquia San Pedro Apóstol en Jalapa Veracruz, fue detenido con su hermano por la policía cibernética, acusados de ser los  mayores distribuidores de pornografía infantil en la red. La computadora que el sacerdote usaba fue hallada  por la policía en la sacristía, el disco duro de la computadora contenía imágenes de sexo explícito con menores de edad, e inclusive con recién nacidos. En la red de pornografía infantil el sacerdote usaba el sobrenombre de “lobosiberiano”. Dicha red de pederastas operaba desde hace dos años en el Distrito Federal, Hidalgo, Puebla, Yucatán y Veracruz.

En algunas páginas que crean los pederastas se pueden encontrar anuncios dónde subastan niñas y niños cual mercancías, las pujas para comprar a un menor de edad inician desde mil 500 dólares como base y quién ofrezca la mayor cantidad durante la oferta adquiere al infante. Para concluir Gustavo Caballero comentó que de enero a julio de este año se han recibido mi 500 denuncias relacionadas con delitos cibernéticos, qué van desde la extorsión hasta la trata de personas.

20 millones de dólares, el negocio
Sadot Sánchez Carreño, director del Programa contra la Trata de Personas de la Quinta Visitaduría de la Comisión Nacional de Derechos Humanos (CNDH) sostiene que en nuestro país, hay otros ámbitos de vulnerabilidad que no se relacionan directamente con la condición de pobreza de las niñas y niños, sino sobre todo con su posibilidad de acceso a medios de comunicación electrónicos. Los datos que ofrece a En Marcha el funcionario federal oaxaqueño son preocupantes:
De los delitos cometidos a través de internet el 50 por ciento están relacionados con la pornografía y la prostitución infantil; se estima que generan en México ganancias anuales por más de 20 millones de dólares.

La edad de las niñas y niños que son prostituidos o abusados sexualmente para la producción de material pornográfico se ha reducido aceleradamente y se han identificado casos de niñas y niños de 0 a 4 años que son utilizados en la producción de esos materiales.
Según la Asociación Mexicana de Internet el 48 por ciento de los jóvenes mexicanos entre los 14 y los 19 años utilizan la red de internet durante 2 horas y 42 minutos diarios en promedio, expuestos a ser posibles víctimas de delitos cibernéticos.

La importancia de Internet en materia de trata de personas se debe a:
a. La utilización de este medio para enganchar a posibles víctimas
b. La utilización para promover u ofertar a las víctimas en el comercio sexual y laboral.
c. Para distribuir productos derivados de la explotación sexual, tales como imágenes y videos pornográficos.
d. El incremento de la demanda de servicios derivados de trata fomentado por el consumo de pornografía.

Descomposición Familiar
La Primera Encuesta Nacional sobre Exclusión, Intolerancia y Violencia en Escuelas Públicas de Educación Media-Superior muestra la falta de comunicación entre menores de edad y sus padres. Frecuentemente, la descomposición familiar y la falta de comunicación aísla a los menores y los empuja a buscar sustitutos, volviéndose presa fácil de los explotadores. Este factor se potencia mediante el empleo de internet.
La CNDH ha detectado que la violencia se presenta con mayor intensidad en los menores que viven sólo con su padre (o con ninguno). La frecuencia disminuye en el caso de niños que viven con ambos padres o sólo con la madre.

Senador propone penas
Este 10 de Junio durante  la sesión de la Comisión Permanente en el Senado de la República, el Senador oaxaqueño Adolfo Toledo Infanzón dijo en tribuna que la ejecución de delitos a través de estos medios electrónicos se ha convertido en una amenaza para la economía y la seguridad de las naciones.

Toledo dijo que en México se han incrementado anualmente estos delitos, así lo demuestran los datos proporcionados por el Departamento de informática y Telecomunicaciones de la Procuraduría General de la República, que en el 2004 atendió  668 solicitudes y para el año pasado la cifra fue de mil 800 casos.

El Senador del Revolucionario Institucional, precisó que nuestro marco jurídico si bien ha tenido algunas adecuaciones en la materia, al tipificar como figuras delictivas a quienes a través de medios electrónicos genere pornografía infantil y ejerza el turismo sexual, estos esfuerzos aún son insuficientes, pues hasta el momento no hay leyes que regulen los delitos que se cometen en la red. Por esta razón hizo una propuesta que propone incluir penalidades para delitos en materia cibernética.

Lo inobjetable es que falta mucho, por avanzar e impedir que legiones de infantes sean presa de este terrible mal que llegó junto con la modernidad tecnológica: la ciberdelincuencia.

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Nicarágua e El Salvador: Foro binacional por trata de personas

Posted by Daniela Alves em outubro 2, 2009

El Ministerio de Gobernación en conjunto con Save The Children realiza un foro binacional entre El Salvador y Nicaragua para intercambiar experiencias contra el fenómeno de la trata de personas, donde nuestro país es calificado como ejemplo a seguir por las demás naciones. Desde el miércoles se encuentran reunidos en el país representantes del Ministerio Público salvadoreño, quienes comparten experiencias para fortalecer el tema mundial de la trata de personas.

Linnes Siliézen, especialista en Derechos de la Niñez e Investigación Social de Save the Children de El Salvador, manifestó que Nicaragua ha demostrado tener una “experiencia exitosa” en el manejo de la problemática social de la trata de personas.

“Nosotros hemos venido a compartir las experiencias de Nicaragua y adaptarlas a nuestra realidad para combatir la trata de personas desde la justicia social”, aseguró Siliézen, quien junto a autoridades salvadoreñas compartió conocimientos con representantes nicaragüenses de la Policía Nacional, Migración, y la Fiscalía General de la República.

Rosa Sánchez, representante de Save the Children-Nicaragua, manifestó que éste es el primer encuentro en donde las autoridades de ambos países comparten conocimientos en las rutas que los traficantes humanos han establecido para comercializar a las personas, que en su mayoría son mujeres sometidas al trabajo sexual en otros países.

Sánchez comentó que antes han unido esfuerzos con algunas municipalidades del país, que trabajan en el sentido de prevención de la trata de personas, y aseguró que continuarán trabajando para contrarrestar el fenómeno que ha venido incrementando.

El fiscal Javier Márquez, Director de la Unidad de Anticorrupción y Crimen Organizado del Ministerio Público, calificó como “positiva” la actividad que vendría a redoblar esfuerzos en ambos países, en donde la trata de personas se ha convertido en un grave problema social.

La cooperación española ha destinado un fondo por país para trabajar en el tema durante cuatro años, el cual culmina en 2012, cuando los organismos involucrados esperan que hayan superado el incremento en la explotación humana.

Fonte: http://www.elnuevodiario.com.ni/nacionales/58402

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México: Desde Puebla parten dos rutas de trata de personas hacia EU

Posted by Daniela Alves em outubro 1, 2009

Las bandas dedicadas a la trata de personas con fines de explotación laboral y sexual ocupan al menos dos rutas para traficar con menores que parten desde Puebla, y llegan al norte del país, a fin de internar a las víctimas a los Estados Unidos o bien, desde ahí llevarlas a las Bahamas y España.

Así lo establece el Diagnóstico de las Condiciones de Vulnerabilidad que Propician la Trata de Personas en México, elaborado por la Comisión Nacional de Derechos Humanos (CNDH).

La primera de las rutas parte de Puebla y cruza por Hidalgo, Ciudad Victoria, Chihuahua y Matamoros, Tamaulipas, hasta llegar a la frontera con Estados Unidos; la segunda es por Puebla, Distrito Federal, Michoacán, Guadalajara, Sinaloa, Sonora y Tijuana.

El informe revela que la Fiscalía Especial para los Delitos de Violencia contra las Mujeres y Trata de Personas (FEVIMTRA), adscrita a la Procuraduría General de la República (PGR), reportó que durante 2008 se iniciaron 24 averiguaciones previas por el delito de trata de personas, de las cuales únicamente dos fueron consignadas.

Entre las víctimas se encuentran mujeres mexicanas y extranjeras, procedentes principalmente de El Salvador, Corea, Argentina, China, Honduras, Perú y Guatemala, que dieron información sobre su paso por el estado de Puebla.

Según el Informe de la FEVIMTRA, las averiguaciones previas iniciadas ocurrieron principalmente en las entidades de Coahuila, Chiapas, Chihuahua, Distrito Federal, Estado de México, Guanajuato, Guerrero, Hidalgo, Jalisco, Morelos, Nayarit, Oaxaca, Puebla, Tlaxcala, Veracruz y Yucatán.

De las 24 averiguaciones previas, tres se relacionan con delitos cometidos fuera del país: en España, Bahamas y Estados Unidos de Norteamérica.

La CNDH señala que la FEVIMTRA atendió durante 2008 sólo a 30 personas víctimas de este delito, lo cual demuestra –según el informe- la disparidad entre el probable número de víctimas anuales en México y la capacidad de atención de las autoridades.

Desfasada la entidad sobre la penalidad para castigar la trata de personas

El estado de Puebla está desfasado en la penalización de la trata de personas, al imponer sólo una sanción de cuatro a nueve años de prisión y una multa de 400 a 900 días de salario mínimo a quien cometa este delito, lo que es cuatro veces menos a la pena máxima considerada por la Ley Para Prevenir y Sancionar la Trata de Personas a nivel federal.

Según el estudio, actualmente en Puebla hay 283 mil 236 menores de entre 5 y 17 años que tienen una actividad laboral, de los cuales 106 mil 295 no asisten a la escuela.

La entidad poblana se ubica entre los estados que imponen las sanciones más bajas para quienes cometen estos delitos con respecto a la Ley para Prevenir y Sancionar la Trata de Personas, la cual señala dos penas: de 6 a 12 años y de 9 a 18 años de prisión, así como la posibilidad de aumentarlas hasta en un 50 por ciento.

En este sentido, estados como Aguascalientes, Chiapas, Chihuahua, Colima, Distrito Federal y Estado de México, entre otros, sí están apegadas a la pena que impone la ley federal.

Además, en Puebla sólo se castigan seis conductas delictivas de la trata de personas, cuando entidades como Guanajuato, Aguascalientes, Estado de México, Oaxaca y Sonora sancionan entre 13 y 14 variantes de este delito; por ejemplo, en Puebla no se consideran los medios comisivos como: la violencia física o moral, el engaño y el abuso de poder.

Fonte: http://www.e-consulta.com/index.php?option=com_content&task=view&id=36898&Itemid=181

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Tráfico de hombres S.A.

Posted by Daniela Alves em agosto 26, 2009

Un informe de la Organización Internacional para las Migraciones (OIM) advierte sobre el aumento del tráfico ilegal de hombres y niños especialmente en Bielorusia y Ucrania. Las victimas según el documento son llevadas a Rusia para realizar trabajos forzados en la construcción. A los niños los hacen pedir limosnas, los organizan en bandas delictivas o los convierten en víctimas de la explotación sexual. Hombres y niños también son llevados a países de la Unión Europea, Estados Unidos, Turquía y países de Asia.

El informe “Trata de hombres: una tendencia poco considerada” afirma que las víctimas, reclutadas en su mayoría con promesas de buenos salarios, son sometidas a jornadas laborales de 12 horas, pésimas condiciones de vida y a un régimen de terror.

El estudio concluye que el 28,3 por ciento de las víctimas asistidas por la organización en Bielorrusia, y el 17,6 por ciento en Ucrania eran hombres.

La trata de hombres para trabajos forzados crece constantemente y según se estima, sólo en Bielorrusia más de 800.000 personas desaparecidas podrían encontrarse en la vecina Rusia contra su voluntad. Cientos de miles tambien llegarían a países de la Unión Europea provenientes en muchos casos de   Moldavia, Bulgaria y Rumania. Según la Organización Internacional del Trabajo, (OIT) más de 12 millones de personas son víctimas en todo el mundo del tráfico y la trata. Un 43 % son víctimas de redes de prostitución y un 32 % son obligados a trabajos forzados.

La metodología siempre es la misma. Los traficantes convencen a las víctimas de emigrar en busca de trabajo y cuando llegan a destino combinan los malos tratos y las amenazas con la falta de pago y con restricciones para desplazarse. De esta manera pretenden evitar que las víctimas vuelvan a sus países de origen. En tiempos de globalización la problemática ya no conoce de fronteras regionales o continentales.

BOLIVIANOS EN RUSIA
Hace un tiempo más de 200 ciudadanos bolivianos fueron reclutados por la empresa boliviana Cidenbol Carr SRL para ir a trabajar a Rusia en la construcción. El sueldo era más que tentador para los albañiles y plomeros bolivianos.

Cidenbol, que hacía de intermediaria, les prometió 2.500 dólares mensuales para trabajar en las ciudades de Rostov y Novoshakhtinsk. Con esta promesa los obreros bolivianos  se endeudaron por 5.500 dólares cada uno para pagar los pasajes y la visa y finalmente viajaron a Rusia donde la empresa Strovmaster se hizo cargo de ellos.

Al poco tiempo las esposas y madres de los emigrantes dieron la voz de alarma e iniciaron una serie de protestas en Bolivia, acusando a la empresa de estafa. Denunciaron que sus familiares no solo no recibían el dinero prometido sino que vivían humillados, hacinados en barracas a pan y agua y en condiciones inhumanas. Finalmente y tras la intervención de Rusia y Bolivia pudieron regresar a su país.

“La trata de mujeres y de hombres es un problema creciente y hay que crear conciencia para poder ayudar a las víctimas. OIM trabaja con gobiernos y organizaciones para incentivar la lucha contra la trata de personas”, dice a Observador Global Luciana Lirman de la oficina regional de OIM en Buenos Aires

El tráfico y la trata de personas es hoy un gran negocio que genera cerca de 30.000 millones de dólares segun datos de la OIT. El fenómeno no es nuevo pero cobra mayor relevancia con la globalización y la apertura de mercados.

Se estima que millones de personas caen en manos de redes criminales todos los años, y los hombres constituyen una importante proporción, según la OIM.

“Con el ir y venir de bienes y personas aparecen también las redes de traficantes. Para ellos, hombres, mujeres y niños son solo mercancías. Nuestro objetivo es tratar de reducir esta modalidad y al mismo tiempo hacerla muy visible, dice Luciana Lirman.

Fonte: http://observadorglobal.com/trafico-de-hombres-sa-n2380.html

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ACUERDO PATAGÓNICO CONTRA LA TRATA DE PERSONAS

Posted by Daniela Alves em agosto 17, 2009

Mediante el compromiso que será firmado en la ciudad de Santa Rosa, los estados provinciales realizarán acciones de cooperación y asistencia mutua para la prevención y erradicación de la trata de personas.

El subsecretario de Derechos Humanos de Neuquén, Ricardo Riva informó que “se creará una red interprovincial contra el delito generando políticas públicas que contribuyan por un lado a desbaratar las bandas proxenetas y por el otro a generar acciones y programas de contención y recupero emocional de las víctimas de la explotación sexual y laboral”.

Se contempla “el diseño de un programa de formación y capacitación al personal de instituciones educativas, la creación de campañas de difusión de la problemática en los medios masivos de comunicación y la interiorización de las autoridades sobre la legislación vigente en cada ciudad”.

Riva señaló además que “la necesidad de firmar un convenio marco que involucre a todos los sectores afectados surgió en Neuquén, luego de un trabajo mancomunado con organizaciones no gubernamentales”.

Recordó que “como se trata de un delito de tránsito porque las mujeres -víctimas de la explotación- son movidas de región en región es necesario establecer mandatos y acciones conjuntas a desarrollar”.

“Sabemos de algunos circuitos; cómo salen de las provincias patagónicas, las trasladan hasta Chile y de ahí salen para Oriente, por eso es necesario el compromiso de todos”, expresó.

Fonte: http://www.xsupuesto.com.ar/index.php?a=vertitnac&b=538

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RN é o 18º estado a aderir ao Pacto Nacional pelo Enfrentamento à Violência contra a Mulher

Posted by Daniela Alves em agosto 17, 2009

A ministra Nilcéa Freire, da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM),  e a governadora do Rio Grande do Norte, Wilma Maria de Faria, assinam, na quarta-feira (12/08), Acordo de Cooperação Federativo com o estado para a implementação do Pacto Nacional pelo Enfrentamento à Violência contra a Mulher. O Acordo de Cooperação estabelece um regime de colaboração mútua para execução de ações cooperadas entre governos federal e estadual e prefeituras. Com essa pactuação, o Rio Grande do Norte é o 18º estado a aderir ao Pacto. O evento ocorre às 10h, no Centro Administrativo do Estado. 

Participaram da cerimônia a deputada estadual Fátima Bezerra, a coordenadora da Mulher do Estado, Maria Amélia, dentre outras autoridades.

Pernambuco, Bahia, Ceará, Maranhão, Aracaju, Alagoas, Paraíba são os estados nordestinos onde o Pacto está em andamento. Ele será aplicado em ações de combate à exploração sexual e ao tráfico de mulheres e de enfrentamento à violência doméstica, de promoção dos direitos sexuais e reprodutivos, de enfrentamento à feminização da aids e dos direitos humanos das mulheres em situação de prisão. 

Pacto

É uma iniciativa do governo federal com objetivo de prevenir e de enfrentar todas as formas de violência contra as mulheres. Consiste no desenvolvimento de um conjunto de ações, direcionadas, prioritariamente, às mulheres rurais, negras e indígenas em situação de violência, a serem executadas no período de 2008 a 2011. O Pacto divide-se em quatro áreas de atuação: consolidação da Política Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres e Implementação da Lei Maria da Penha; combate à exploração sexual e ao tráfico de mulheres; promoção dos direitos sexuais e reprodutivos e enfrentamento à feminização da Aids e outras DSTs; e promoção dos direitos humanos das mulheres em situação de prisão.

Fonte: http://tribunadonorte.com.br/noticia/rn-e-o-18o-estado-a-aderir-ao-pacto-nacional-pelo-enfrentamento-a-violencia-contra-a-mulher/122017

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