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Posts Tagged ‘UNODC’

Notícias » Brasil » Brasil Goiás lidera o ranking de tráfico de pessoas no Brasil

Posted by Daniela Alves em novembro 25, 2010

Notícia enviada por: Marco Aurélio Sousa

O Estado de Goiás ocupa a primeira posição do ranking nacional de tráfico de pessoas, atividade que submete suas vítimas a cárcere privado, exploração sexual, consumo de drogas, ameaças, trabalho escravo e venda de órgãos humanos. De acordo com dados de inquéritos apurados pela Polícia Federal, com uma população sete vezes menor que a de São Paulo, o Estado goiano foi responsável, nesta década, por 140 (18,6%) dos 750 casos registrados em todo o País nesse período.

O Estado de São Paulo ocupa a segunda posição, com 96 inquéritos (12,8%), seguido por Minas Gerais com 72 casos (6%), Rio de Janeiro, com 53 (7%), e Pernambuco com 35 (4,6%).

De acordo com o coordenador da unidade de governança e Justiça do Escritório das Nações Unidas Sobre Drogas e Crime (UNODC) para o Brasil e Cone Sul, Rodrigo Vitória, o tráfico de pessoas atinge 2,5 milhões pessoas em todo o mundo. “Esse é o segundo negócio mais lucrativo do mundo, movimenta US$ 32 bilhões por ano, só perde para o tráfico de drogas”. Continue lendo »

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ONU lança Fundo Voluntário para as Vítimas do Tráfico de Seres Humanos

Posted by Daniela Alves em novembro 5, 2010

04 de novembro, 2010 – Na tentativa de ajudar as vítimas o tráfico de pessoas, o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, e os atores hollywoodianos Demi Moore e Ashton Kutcher lançaram, nesta quinta-feira, o Fundo Voluntário das Nações Unidas para as Vítimas do Tráfico de Pessoas.

Também participaram do lançamento o presidente da Assembléia Geral, Joseph Deiss, o diretor executivo do UNODC, Yury Fedotov, ex-vítimas do tráfico de pessoas e o vencedor do Prêmio Pulitzer do New York Times, o autor e jornalista Nicholas Kristof.

O Fundo é um dos elementos mais importantes do Plano Global de Combate ao Tráfico de Pessoas adotado pela Assembléia Geral em julho de 2010. O fundo tem por objetivo oferecer ajuda humanitária, legal e financeira às vítimas do tráfico de pessoas e busca aumentar o número de vítimas que são resgatadas e atendidas bem como ampliar a assistência que elas recebem.

Demi Moore e Ashton Kutcher tem se engajado no combate ao tráfico de pessoas. Eles criaram a Fundação Demi e Ashton, DNA, que tem como objetivos chamar a atenção sobre a escravidão sexual de crianças em todo o mundo, mudar estereótipos culturais sobre o tema e ajudar na reabilitação das vítimas. “A liberdade é um direito humano básico e a escravidão é umas das maiores ameaças à liberdade”, disse Kutcher. “Ninguém tem o direito de escravizar outra pessoa”, afirmou Moore.

Numa ironia cruel, as vítimas do tráfico de pessoas são frequentemente tratadas como infratoras em vez de vítimas de um crime. Reconhecendo isso, o secretário-geral, Ban Ki-moon disse: “Muitas vítimas terminam abandonadas, sem amigos, presas numa escravidão moderna. Elas não podem pedir ajuda porque estão isoladas ou não sabem falar o idioma local. Ou podem se ver acuadas pelo medo – o medo de serem tratadas como criminosos, apesar de terem sido forçadas a praticar atos criminosos”.

O diretor executivo do UNODC, Yury Fedotov, cujo escritório vai administrar o fundo com a ajuda de um Conselho Curador, disse: “Estamos orgulhosos em ter Demi e Ashton se unindo a nós no lançamento do Fundo Voluntário das Nações Unidas para as Vítimas do Tráfico de Pessoas. Esperamos que o engajamento extraordinário de Demi e Ashton à causa das vítimas do tráfico mobilize outras pessoas a adotar ações similares”.

As Nações Unidas estimam que mais de 2.4 milhões de pessoas são exploradas como vítimas do tráfico de pessoas. Nenhum país está imune. O tráfico de pessoas afeta todos os países do mundo, como países de origem, transito ou destino. Segundo o UNODC, vítimas de 127 países são exploradas em pelo menos 137. O tráfico de pessoas tem muitos disfarces: trabalho forçado ou obrigatório; servidão doméstica e casamento forçado; remoção de órgãos; e exploração de crianças na mendicância, no mercado do sexo ou na guerra.

“O Fundo vai estimular parcerias entre governos, o setor privado, organismos internacionais, ONGs e indivíduos de foram que possam trabalhar juntos ajudando as vítimas do tráfico de pessoas, especialmente mulheres e crianças”, disse Fedotov. “Estou muito orgulhoso de que o Escritório sobre Drogas e Crime vai trabalhar gerenciando o Fundo. O UNODC trabalha há muitos anos no combate ao tráfico de seres humanos, enfocando a prevenção do tráfico, condenação de traficantes, proteção às vítimas e na construção de parceiras para acabar com este crime vergonhoso e ajudar suas vítimas”.

Durante a cerimônia de lançamento, as primeiras promessas de doação para o fundo vieram dos governos do Qatar, Luxemburgo, Egito e Tailândia, assim como do presidente da Telecom Orascom, Naguib Sawiris. Fedotov agradeceu os doadores por assumirem a liderança em oferecer contribuições.

O UNODC tem chamado a atenção à questão das vítimas do tráfico por meio da Iniciativa Global de Combate ao Tráfico de Seres Humanos (UN. GIFT) e a Campanha Coração Azul. O slogan para arrecadar fundos será “Tenha um Coração para as Vítimas do Tráfico de Pessoas”, numa referência clara à Coração Azul, que vem se tornando um símbolo internacional contra o tráfico de pessoas e de solidariedade com as vítimas.

O UNODC convida todos os governos, fundações, o setor privado e inclusive indivíduos para generosamente fazerem suas contribuições ao Fundo. Para informações sobre como doar, entre em contato com Simone Monasebian, Chefe do Escritório do UNODC em Nova Iorque, pelo telefone 1-212-963-5631 (monasebian@un.org) ou www.unodc.org/unodc/en/human-trafficking-fund.html

Notícia enviada por:

Andrea Catta Preta
Assessora de Comunicação
Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime

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Governo brasileiro vai financiar construção da Academia de Polícia da Guiné-Bissau

Posted by Daniela Alves em janeiro 20, 2010

Parceria apoiada pelo UNODC reforça ações no âmbito da cooperação sul-sul.Apoiar cada vez mais as ações de cooperação técnica prestada pelo governo brasileiro, no contexto de cooperação sul-sul, é um dos objetivos do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) para o Brasil e o Cone Sul em 2010. Esse objetivo foi reforçado ainda em dezembro de 2009, com a assinatura, no dia 11/12, de um acordo para a construção e o estabelecimento de um centro de formação e treinamento para as forças de segurança da Guiné-Bissau. O acordo representa um firme passo na consolidação da cooperação sul-sul, tendo o UNODC sido a primeira agência da ONU no Brasil a concretizar um projeto de cooperação nesse contexto.

Com investimento de três milhões de dólares por parte do governo brasileiro, por meio da Agência Brasileira de Cooperação (ABC), em um período de três anos, o projeto contribui para a formação de uma polícia tecnicamente bem preparada na Guiné-Bissau, de acordo com os padrões aceitos internacionalmente. Uma área de 30 mil metros quadrados, sede de um antigo acampamento durante a construção da Ponte João Landim na capital do país, Bissau, foi destinada pelo governo guineense para receber o centro de formação.
No fim da década de 90, a Guiné-Bissau passou um conflito civil resultante de instabilidade política, que acarretou a destruição da infraestrutura do país e reduziu seu PIB em 28%. A guerra civil traduziu-se também em uma diáspora, com milhares de refugiados guineenses espalhados principalmente pelo continente africano. O ambiente de insegurança tornou-se um entrave para o desenvolvimento econômico e social do país, desencorajando investimentos, desviando os poucos recursos do país para despesas não produtivas e permitindo a progressão da criminalidade organizada.
Em face de uma crônica instabilidade política pós-guerra civil, a Guiné-Bissau busca reerguer seus pilares de paz, direitos humanos, segurança, justiça e integridade. A criação de uma academia de polícia poderá contribuir para o aperfeiçoamento das forças policiais do país e apoiar o governo guineense na implementação do Plano Nacional para o Combate de Drogas e Crime, cujas atividades contam com o apoio do escritório do UNODC para a África Ocidental e Central, com sede no Senegal.
Por parte do governo brasileiro, as atividades do projeto de cooperação ficarão a cargo do Departamento de Polícia Federal (DPF) que desde 2008 já vem formando oficiais estrangeiros no Brasil. Desde o início da cooperação com o UNODC, 158 policiais do Mercosul e dos Países Africanos de Língua Portuguesa foram formados na Academia de Polícia em Brasília, dos quais 66 eram de Guiné-Bissau – o que representa mais da metade de toda a Polícia Judiciária do país.
Para o representante do UNODC no Brasil e no Cone Sul, Bo Mathiasen, o crime organizado atua em diversas frentes e não respeita fronteiras. “Por isso, é preciso enfrentar o crime no âmbito local e no âmbito global, por meio da cooperação internacional”, afirmou Mathiasen durante a formatura de uma das turmas de estrangeiros em Brasília.
Ao fortalecer a cooperação do governo brasileiro na Guiné-Bissau, o UNODC reafirma seu compromisso de estreitar os laços de cooperação sul-sul, pela qual países em desenvolvimento que têm traços históricos e culturais comuns possam ajudar uns aos outros a estabelecer soluções para o desenvolvimento e compartilhar experiências bem sucedidas nas melhorias das condições de vida de seus cidadãos.
Mais informações e contato:
Marcos Ricardo dos Santos
Assessoria de Comunicação
Tel: +55 (61) 3204-7206
E-mail: marcos.santos@unodc.org

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UNODC lança a campanha Coração Azul contra o tráfico de pessoas

Posted by Daniela Alves em março 12, 2009

Na ocasião do Women’s World Awards (premiação anual de mulheres que se destacaram na promoção de um mundo melhor), ocorrido em Viena, Áustria, o Diretor Executivo do UNODC, Antonio Maria Costa, lançou a campanha Coração Azul contra o tráfico de pessoas. O crime é um problema global e nenhum país está imune, por isso a campanha tem o objetivo de chamar a atenção das sociedades para essa forma moderna de escravidão, que restringe os direitos e a dignidade de milhões de pessoas ano a ano.

Todos podem aderir à iniciativa coração azul divulgando o material da campanha e alertando sobre os perigos desse crime à sociedade. O coração azul representa tanto a tristeza daqueles que foram traficados quanto a frieza dos traficantes. Em contrapartida, o azul, cor oficial das Nações Unidas, demonstra o comprometimento de todas as agências no combate ao tráfico de pessoas. “Ainda existem pessoas desinformadas sobre essa forma de escravidão moderna. Contudo, também há muitas pessoas com boa vontade para lutar contra isso”, disse o Sr. Costa. “O coração azul irá sensibilizar a sociedade sobre um crime que envergonha a todos nós. É uma mostra de solidariedade para com as vítimas”, acrescentou ele.

O Diretor Executivo do UNODC também apelou aos participantes do Women’s World Awards, a se juntarem à campanha “para libertar os nossos irmãos e irmãs da exploração”. No Congresso Mundial da Mulher, ocorrido em Viena, em 4 de Março, ele descreveu o tráfico de seres humanos como “o pior tipo de violência contra as mulheres, que se torna ainda mais repugnante pelo fato de que as pessoas ganham dinheiro com isso”.

Embora a falta de recursos seja um dos principais fatores que reforça vulnerabilidade das vítimas a esse tipo de crime, a discriminação sexual e o sexismo também são complicadores. “Quer se trate de burkas ou biquínis, a humilhação de mulheres como objetos sexuais ou propriedade é uma afronta à dignidade humana. Cria-se um mercado de mulheres e meninas que são comercializadas como commodities”, disse o chefe do UNODC.

Recordando a campanha do Secretário Geral das Nações Unidas “Unidos para acabar com a violência às mulheres”, e na perspectiva do Dia Internacional da Mulher, em 8 de Março, o Sr. Costa convida pessoas de todo o mundo a aderir à campanha coração azul contra o tráfico de pessoas “para por fim a escravidão, e alcançar a igualdade de gênero”.

Obtenha mais informações e materiais da Campanha Coração Azul (em inglês)

Veja o Relatório Global sobre o Tráfico de Pessoas (PDF em inglês)

Fonte: http://www.unodc.org/brazil/pt/pressrelease_20090305.html

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