Blog – Daniela Alves

Base de Dados sobre o Tráfico da Vida Humana

  • APP deste Blog para Celular

    APP para celular

  • ENQUETE – Serviço Consular Brasileiro: Você já precisou de auxílio urgente da embaixada ou consulado do Brasil e foi negligenciado(a)?

    CLIQUE ABAIXO E RESPONDA A ENQUETE ENQUETE - Serviço Consular Brasileiro: Você já precisou de auxílio urgente da embaixada ou consulado do Brasil e foi negligenciado(a)?
  • Conheça a campanha UNODC

  • Siga-me no Twiter

    Twiter
  • Crimes na Internet

  • Translator

  • Posts mais lidos

Orizaba-México operam organizações de exploração sexual infantil

Posted by Daniela Alves em março 31, 2008


Trabalhadoras e trabalhadores sexuais do Vale de Orizaba (México) se inconformaram esta semana pela presença de menores de idade que emprestam seus serviços em ruas da cidade de Orizaba, sem nenhum tipo de regulamento e, sobretudo, nas mãos de supostas células de uma rede de exploração sexual que opera nos estados de Puebla e Tlaxcala . (…)

Com o objetivo de buscar um diálogo com autoridades municipais, ao meio dia da quarta-feira passada, um grupo de mulheres e homens chegaram ao palácio municipal encabeçados por Jairo Guarneros Sosa, representante da Coordenadoria da Sociedade Civil.

“São bandos de exploração sexual que provêm de Puebla, fundamentalmente dos lugares pertos a Tenantzingo e San Pablo del Monte, Tlaxcala, que inclusive são reconhecidos nacional e internacionalmente como a sede das redes de exploração sexual”, denunciaram.
Os integrantes da sociedade civil assinalaram que “o problema recai, em que as menores de idade, por ignorância, cedem ao sexo sem proteção e por baixas tarifas, com a finalidade de obter as quotas que as pessoas que as ameaçam lhes exigem de maneira diária”.

Acrescentaram que “são meninas de 16 anos, máximo 17 anos, inclusive algumas até de 15 anos, estão cobrando 100 pesos, sem camisinha”.

“Há redes de exploração de mulheres que vêm aqui a Orizaba trabalhar e que ficaram aqui porque ninguém lhes diz nada”, admitiu María de la Cruz Jaimes, conselheira do Instituto Veracruzano da Mulher (IVM)

Ante a possibilidade que esta situação aumente os casos de infecções sexuais tais como a AIDS, e DST’s solicitou às autoridades que ponham uma solução.

ASSUNTO PENDENTE

Tlaxcala foi assinalada em reiteradas ocasiões, por organizações sociais defensoras de direitos humanos, como um lugar onde operam redes de tráfico para a exploração sexual de mulheres e menores de idade no México.

A partir do trabalho de ONG, como o Centro “Frei Julián Garcés” de Direitos Humanos, em 2007 se alcançou estabelecer uma legislação para o combate ao tráfico de pessoas nesta entidade federativa.

Esse mês as organizações que impulsionaram a Iniciativa Popular contra o tráfico de mulheres para a prostituição, realizaram uma jornada durante o Dia Internacional da Mulher, onde uma representação de Unifem se pronunciou a favor da vivência dos direitos das mulheres em Tlaxcala e contra o tráfico de mulheres.

No evento, Celia Aguilar Setién de Unifem ressaltou a importância que os governos em todos seus níveis atuem para que a eqüidade e os direitos das mulheres sejam uma realidade.

A representante de Unifem se uniu ao trabalho que se realiza no estado de Tlaxcala, por parte das organizações sociais, para enfrentar o tráfico de mulheres para a prostituição e assinalou a preocupação da Organização das Nações Unidas, que em voz de seu secretário-Geral se expressou a favor da eqüidade de gênero e à atenção às mulheres e a infância.

Em um comunicado, as organizações convocantes à jornada, se pronunciaram pela realização de ações claras para enfrentar o tráfico de mulheres para a prostituição em Tlaxcala.

Questão que deve ser impulsionada, sublinham, tanto por parte do governo do estado, como por meio do Comitê Interinstitucional que se criou o ano passado para enfrentar o tráfico, e do qual ainda não se vem ações claras de trabalho.

O comunicado o assinam, além do Centro “Frei Julián Garcés” Direitos Humanos e Desenvolvimento Local: 1,2,3, Por Ti, Por ele, Por todos; APIS; Bases Populares; Católicas pelo Direito a Decidir; Centro de Desenvolvimento Educativo Zacatelco CDEZ; Centro de Economia Social; CIDEM e Rede de Investigadoras pela Vida e a Liberdade das Mulheres; DDESER Rede pelos Direitos Sexuais e Reprodutivos no México; GIFAC; Mulheres em Luta pela Dignidade, Pastoral de Direitos Humanos, entre outras.

Fonte: http://www.cimacnoticias.com/site/08032803-Operan-bandas-de-ex.32569.0.html

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

 
%d blogueiros gostam disto: