Blog - Daniela Alves

Base de Dados sobre o Tráfico da Vida Humana

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Médicos egípcios proíbem transplante de órgãos entre muçulmanos e cristãos

Escrito por Daniela Alves em Agosto 19, 2008

O sindicato de Médicos do Egito, dominado pelo grupo islâmico Irmãos Muçulmanos, decidiu proibir seus afiliados de realizarem transplantes de órgãos entre cristãos e muçulmanos, informa reportagem do jornal espanhol “El País”. De acordo com os médicos, o objetivo da decisão é combater o tráfico de órgãos. A Igreja Católica e os líderes muçulmanos reagiram contra a medida, temendo a elevação das tensões religiosas no país.

O Parlamento egípcio está discutindo uma nova lei sobre a doação, o transplante e o tráfico de órgãos. O sindicato já determinou, entretanto, que qualquer médico que viole sua decisão será interrogado e punido pelo órgão.

“Tudo isso é para proteger os muçulmanos pobres dos cristãos ricos que compram seus órgãos e (também) o contrário”, explicou ao “El País” o diretor do Sindicato dos Médicos, Hamdi El Sayed.

A igreja católica ortodoxa do Egito reagiu, afirmando que a decisão do sindicato pode levar ao fim das transfusões de sangue entre seguidores das duas religiões ou até ao fim das consultas de pacientes com médicos fiéis a um credo diferente do seu.

“Todos temos o mesmo sangue egípcio. E se o motivo da medida é acabar com o tráfico de órgãos, rejeitamos, porque pode ocorrer também entre fiéis da mesma religião”, disse, segundo o “El País”, o bispo Marcos, porta-voz da igreja copta. “Temos medo de que no futuro haja hospitais para cristãos e outros para muçulmanos”.

Os cristãos representam apenas 10% da população egípcia, formada por 76 milhões de pessoas. Os muçulmanos são cerca de 90%. O país foi cenário de uma onda de violência promovida por grupos islâmicos, como o Gamaa al-Islamiya, que resultou na morte de 1.300 pessoas.

Fonte: O Globo online

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A solução está em adoptar medidas preventivas (Angola)

Escrito por Daniela Alves em Julho 13, 2008

Para Laurindo Viera, do ponto de vista da defesa dos interesses da sociedade e do cidadão, devem ser tomadas medidas de prevenção para que este tipo de situações não ocorra e se ocorrer que seja resolvido para se evitar problemas mais graves.

Disse que, para uma pessoa que trafica alguém, chegando ao ponto de a matar para lhe serem retirados os órgãos, é evidente que esta pessoa está a cometer um crime.

Uma questão que é completamente diferente, acrescenta, é o facto de que um indivíduo pode viver só com um rim, e resolver, por exemplo, doar o outro rim a alguém que o necessita. “Acho que aqui não há problemas éticos, jurídicos nem morais”, sublinhou.

Este procedimento deve, na opinião de Laurindo Vieira, ser feito com base em políticas credíveis dentro de uma legislação que não sustenta a exploração e muito menos a má utilização desses órgãos.

A Europa, disse o sociólogo, tem incentivado este tipo de políticas no sentido de se criarem doadores que possam ceder um determinado órgão. Quanto ao tráfico humano, o sociólogo defende que esta prática criminosa pode pôr em risco a estabilidade social de um país e, se não forem criadas medidas punitivas, corre-se o risco de o país estar à mercê de traficantes, porque encontram uma situação social que lhes permita a realização desta prática. Acrescentou, por outro lado, que, se esta prática for generalizada nos diversos países, estes perdem mão-de-obra que, no futuro, poderia contribuir para o desenvolvimento do país.

Segundo ele, as famílias que perdem os seus ente-queridos acabam, infelizmente, por ocupar o seu tempo à procura dos seus familiares vítimas desta prática.

Falando concretamente do país, Laurindo Vieira aponta, como solução para banir esta prática, que já existe, apesar de ainda não estar muito desenvolvida, a educação, principalmente das crianças, que são as primeiras vítimas.

“É necessário que, nas escolas, os professores ensinem as crianças a não confiarem em adultos com os quais não estabelecem uma relação directa, o que não implica que as crianças devam desconfiar de todos”.

Acrescentou: “trata-se apenas de uma questão de vigilância. Isto passa necessariamente pela criação de políticas a nível das escolas por forma a que a criança tenha contacto com esta realidade ou fenómeno”.

Os menores, segundo o sociólogo, devem saber que existem algumas pessoas malignas que, na verdade, utilizam esta prática, quer na perspectiva comercial, quer de ritos tradicionais.

Também fez referência à formação de políticas públicas fortes, com um policiamento eficaz.
É necessário que as crianças, por exemplo, não viajem “desguarnecidas”, porque, hoje em dia,elas podem estar num aeroporto acompanhadas de um adulto e o agente de autoridade não saber a relação existente entre estas duas pessoas.

“É necessário que o adulto que viaje com uma criança seja portador da sua identificação. Se for o pai, deve fazer-se acompanhar de uma cédula pessoal, e ser for um outro parente, este deve fazer-se acompanhar de um documento que o autoriza a viajar com a criança”.

O sociólogo acredita que tais medidas podem contribuir para a diminuição do tráfico de crianças, para além de que podem ajudar a população a criar uma ideia sobre a necessidade de se manter vigilante.

Para o interlocutor, o tráfico humano “é um mal a que todos nós podemos estar sujeitos, já que podemos perder um filho que vai, por exemplo, à escola e já não regressa a casa”.

Fonte: Jornal de Angola

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Tráfico de Órgãos: Família brasileira procura refúgio em Itália

Escrito por Daniela Alves em Junho 30, 2008

Uma família vai deixar o Brasil depois de um dos seus filhos ter sido vítima de alegado tráfico de órgãos humanos.

Paulo Pavessi, acompanhado da esposa e de um filho, viajam rumo a Itália, país onde vão pedir asilo politico, um processo que será conduzido por uma organização não-governamental (ONG) italiana responsável pelo seu acolhimento.

O caso ocorreu há oito anos, em Minas Gerais, onde o filho mais novo deste casal foi parar a um hospital e, alegadamente e sem morte confirmada, lhe terão sido retirados alguns órgãos.

Um caso contado à Renascença pelo próprio pai da criança. Paulo Pavessi fala das ameaças de que tem sido alvo e não tem dúvidas em afirmar que o Governo e as autoridades do Brasil são coniventes com estas situações.

“Retiraram os órgãos ao meu filho quando ainda estava vivo. Não havia nenhum diagnóstico a comprovar a morte encefálica e os órgãos foram retirados e, posteriormente, vendidos em hospitais públicos e privados”, denuncia Paulo Pavessi.

Esta caso está a ser acompanhado pelo Movimento de Combate ao Tráfico de Órgãos Humanos do Brasil, uma ONG liderada pela religiosa brasileira que se notabilizou pela denúncia do tráfico de órgãos em Moçambique.

Ouvida pela Renascença, a Irmã Elilda dos Santos diz que quem investiga estes casos acaba por ser afastado pelo poder político e reconhece alguma impotência para denunciar estas situações à organizações internacionais ligadas aos direitos humanos.

Elilda dos Santos conta que o “caso do menino Paulinho” foi investigado pelas autoridades brasileiras e houve profissionais de saúde que chegaram a ser indiciados, no entanto, o processo não avançou e um dos médicos chegou mesmo a ser promovido e recebeu uma licença do Governo federal para “abrir uma central de transplantes na região dos Amazonas”.

O tráfico de órgãos humanos é um grande problema no Brasil, país onde desaparecem por ano cerca de 40 mil crianças, segundo as estatísticas oficiais.

Fonte: RV

 

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China vende órgãos que extrae de prisioneiros

Escrito por Daniela Alves em Abril 28, 2008

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Delegado acredita que seqüestro de menina seja para tráfico de crianças ou de órgãos

Escrito por Daniela Alves em Abril 28, 2008

O delegado-titular da 73ª DP (Neves), Leonilson Ribeiro, disse, no início da tarde desta quinta-feira, que trabalha com duas hipóteses para o seqüestro da menina Isabela, de apenas 20 dias, levada na noite desta quarta-feira, em Itaboraí, por quatro pessoas que se apresentaram como funcionários de uma agência de talentos: tráfico de crianças ou de órgãos. Pelo menos dois integrantes da quadrilha já teriam sido identificados.

A mãe da criança, Luciana Cristina Rodrigues Leal Vargas, de 25 anos, contou aos policiais responsáveis pela investigação que, na noite desta quarta-feira, as quatro pessoas se apresentaram como funcionários de uma agência de talentos - na qual ela havia estado na terça-feira à procura de trabalho para sua filha de 2 anos - passou para buscá-la e à criança em casa, também em Neves, num Siena.

Os desconhecidos contaram que haveria uma gravação para um programa de televisão num sítio em Itaboraí e precisavam não da menina de 2 anos, mas do bebê. Luciana pegou Isabela e entrou no carro. No caminho, na Estrada do Pacheco, porém, o grupo parou o automóvel, agrediu Luciana, amarrou-a e jogou-a num encosta, levando a menina. A mãe conseguiu soltar-se e ligou de um orelhão para parentes.

Fonte: O Globo

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Relatório propõe importantes mudanças na legislação europeia em matéria de doação de órgãos

Escrito por Daniela Alves em Abril 22, 2008

Cerca de 60 mil pessoas na União Europeia aguardam por um transplante de órgão que lhes possa salvar a vida. A conclusão é tirada de um relatório apresentado esta segunda feira no Parlamento Europeu, em Estrasburgo, e que visa fixar medidas que melhorem a cooperação entre os Estados-membros nesta matéria.

Combater o tráfico e turismo de transplante, assim como, aumentar o número de órgãos disponíveis são alguns dos objectivos para o futuro. No entanto, existe uma clara divisão quando se pergunta aos europeus se estariam dispostos a doar os seus órgãos.

Os países do norte da Europa são os mais favoráveis em oposição aos do leste. Portugal surge na nona posição.

Sensibilizar os europeus para a necessidade de doar os seus órgãos, como forma de salvar vidas, é uma necessidade que o relatório sublinha. Para além disso propõe ainda a criação de um cartão europeu de dador afecto ao Sistema Nacional de Saúde de cada país.

O relatório, que é votado esta terça feira, pode representar um grande avanço e mais importante uma esperança para milhares de pessoas.

Fonte: EuroNews

 

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Sérvia pede ao TPI que esclareça suspeitas de Carla Del Ponte, divulgados em “La Caccia”

Escrito por Daniela Alves em Abril 15, 2008

A Sérvia vai pedir ao Tribunal Penal Internacional que investigue as suspeitas lançadas no livro da ex-procuradora Carla del Ponte sobre alegados casos de tráfico de órgãos de cidadãos sérvios, protagonizados por albaneses.

Uma organização de direitos humanos enviou entretanto uma carta às autoridades kosovares pedindo esclarecimentos sobre o assunto.

De acordo com a ex-procuradora do TPI, agora embaixadora na Argentina, o primeiro-ministro do Kosovo estará implicado no crime.

Radlvoje Radojevic, um representante sérvio em Berna, na Suíça, diz que é suposto um procurador do TPI reunir provas para depois acusar de forma legal e em vez de publicar um livro.

As autoridades do Kosovo desmentem as suspeitas tornadas públicas por Carla del Ponte. A ministra da justiça kosovar, Nekibe Kelmendi, desvaloriza a polêmica.

“É imoral escrever um livro sobre suspeitas que não se transformaram em acusações formais. Se ela sabia de alguma coisa então deveria ser processada por ocultação de provas e crimes. Tráfico de órgãos é um ato criminoso”.

Carla del Ponte escreve no livro “A Caça, Eu e os Criminosos de Guerra” que os casos de tráfico de órgãos ocorreram no Verão de 1999, depois dos bombardeamentos da NATO em Belgrado.

A ex-procuradora não identifica as fontes, evoca apenas a missão da ONU no Kosovo e jornalistas fiáveis, e acusa o atual chefe de Governo de cumplicidade.

Entre 100 a 300 prisioneiros sérvios terão sido transportados do Kosovo para a Albânia, ingressado em clínicas perto de Tirana onde cirurgiões se ocupariam de retirar órgãos para os vender no estrangeiro.

Fonte: Euronews

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Filipinos mais pobres sustentam mercado negro de transplante de rins

Escrito por Daniela Alves em Março 31, 2008

Cerca de 500 estrangeiros deixam todos os anos as Filipinas cheios de expectativa após receberem um rim doado por algum filipino, em muitos casos em troca de dinheiro.

As Filipinas, país com cerca de 24 milhões de pessoas que sobrevivem com menos de US$ 1 por dia em gigantescas favelas, são um bom lugar para aqueles que tiram partido do desespero de muitos filipinos, que os leva, anualmente, a vender um rim para melhorar suas condições de vida.

No mercado negro filipino, um rim custa, em geral, de US$ 1,750 mil a US$ 3 mil, um valor considerável para um filipino com família grande que, certamente, ganhará muito menos que isso em um ano de trabalho pesado.

O bairro carente de Bacora, ao sul de Manila e próximo ao porto, é chamado pelos jornais e pela população de “ilha do rim”, desde que autoridades locais denunciaram que pelo menos 300 habitantes dos cerca de 16 mil que vivem ali venderam um de seus rins com o sonho de poder seguir em frente.

“Por uma causa, ou para quitar uma despesa”, especificou o senador Juan Miguel Zubiri.

O mercado negro, abastecido de intermediários que ganham em média 20 mil pesos (US$ 750) por rim, e um custo cirúrgico menor do que nos países avançados foram suficientes para que centenas de doentes estrangeiros tenham decidido realizar os transplantes nos hospitais das Filipinas. Leia o resto deste post »

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Descoberta rede de Tráfico de Órgãos no ORKUT e FACEBOOK da Índia

Escrito por Daniela Alves em Fevereiro 19, 2008

Foi descoberta na Índia uma rede de tráfico e venda de órgãos humanos pela internet alimentada por milhares de pessoas através das páginas de relacionamento Orkut e Facebook, bastante populares no país e entre indianos no exterior. As buscas partem de ambos os lados: aqueles que desejam comprar e aqueles que querem vender, principalmente para resolver problemas financeiros pessoais.
Através de uma investigação articulada pela agência indiana de notícias PTI, foram encontradas pelo menos 35 comunidades no Orkut, através das quais era possível procurar, negociar e comprar órgãos, sobretudo rins. Já no Facebook, milhares de pessoas encontram-se inscritas, mas ainda não foi possível fazer nenhuma estimativa de quantas o usam para o tráfico de órgãos.
A investigação, relacionada também com a polícia indiana, partiu primordialmente de um jovem estudante de informática, Santosh Kulkarni, que encontrou transações deste tipo pela internet.
Entre os investigados, está por exemplo um homem que, para superar as despesas médicas relativas à doença da irmã, resolveu colocar se próprio rim à venda, através do Orkut, pelo preço de aproximadamente 12 mil euros. Outro homem estava negociando seu rim para pagar as despesas de uma inseminação artificial em sua mulher, já que ela não pode ter filhos naturalmente.
Em todos os anúncios, de venda ou de compra, eram informados detalhes práticos, como número de telefone, endereço, email e até mesmo a possibilidade de receber serviços médicos como cadastros sanitários.
Algumas ofertas também se apresentavam escondidas atrás de ações filantrópicas, justamente para burlar as regras impostas pelas páginas de relacionamento. Em alguns casos, como Kulkarni pôde verificar, as pessoas propunham doar o próprio rim aos necessitados, mas se tratava de uma farsa para despistar a vigilância dos sites.
A administração do Orkut, interpelada pela agência, disse que mudou as regras dos grupos virtuais e tirou do ar aquelas micro-comunidades em que se podia verificar explicitamente a venda de órgãos.
O escândalo do tráfico de órgãos veio à tona há três semanas na Índia, quando a polícia prendeu um médico de Gurgaon, cidade-satélite de Nova Délhi, que executou milhares de extrações de rim em sua clínica particular — fornecidos por indianos de classe baixa — pelo preço de alguns mil euros, para depois revender os órgãos a estrangeiros.
O médico, que consegui escapar ao subornar os policias corruptos que o haviam preso, foi novamente detido no Nepal (onde também atuava), onde agora aguarda extradição. Hoje também foi preso seu irmão, cúmplice dos crimes. Na Índia, segundo uma lei de 1994, a venda de órgãos é proibida.

Fonte: ANSA

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Médico indiano procurado pela Interpol é preso no Nepal

Escrito por Daniela Alves em Fevereiro 11, 2008

Ver mapa-NepalA polícia do Nepal deteve um médico indiano suspeito de comandar uma rede ilegal de transplante de rins na Índia, informou um oficial das forças nepalesas de segurança. A caçada internacional ao médico foragido, identificado como doutor Amit Kumar, terminou na noite de ontem, quando a polícia nepalesa o prendeu em um resort na selva de Chitwan, 160 quilômetros ao sul de Katmandu, informou Kiran Gautam, comandante da polícia local. A polícia indiana procurava Kumar por suspeitar que ele chefiasse uma rede ilegal de transplante e tráfico de órgãos humanos em Gurgaon, um bairro nobre de Nova Délhi.

Kumar é suspeito de ter removido ilegalmente centenas de rins - em muitos casos sem a autorização dos pacientes. Com o médico, a polícia apreendeu US$ 230 mil em dinheiro e um cheque de valor equivalente a US$ 24 mil. Acredita-se que Kumar tenha vendido cerca de 500 rins a clientes que viajaram à Índia procedentes de diferentes partes do mundo ao longo dos últimos nove anos. Há denúncias de doações forçadas, sob a mira de revólveres. O médico já havia sido acusado anteriormente de comandar redes similares em outras partes da Índia. No mês passado, autoridades indianas disseram ter informações de que o médico teria fugido do país e a Interpol foi acionada.

O baixo custo dos serviços médicos na Índia transformou o país num destino popular entre estrangeiros que precisavam desde lipoaspirações a cirurgias cardíacas. Sriprakash Jaiswal, secretário de Interior da Índia, manifestou a esperança de que Kumar seja extraditado logo, informou o jornal The Times of India. Antes, porém, Kumar deverá ser processado no Nepal por não ter declarado o dinheiro apreendido com ele, disse Upendra Aryal, um alto oficial da polícia nepalesa. Também foi aberta uma investigação para apurar se Kumar envolveu-se em transplantes ilegais de rins dentro do Nepal, já que ele, segundo investigações, visitava com freqüência o país e iria construir um hospital especializado em transplante de rins, disse Aryal.

Fonte: (AE-AP)

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